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Investimentos

09 de Novembro de 2017 as 22:11:39



INVESTIMENTOS - TAESA - Resultado 3º trimestre de 2017: Forte Geração de Caixa



TAESA - Resultado 3º trimestre de 2017 e Revisão de Preço
 
Queda da RAP de concessões pressiona margem EBITDA regulatória,
mas geração de caixa continua forte
 
 
A Taesa divulgou na 4ª feira, 08.11, seu resultado do 3T17 com forte geração de caixa, amparada pelo bom desempenho operacional em função dos altos índices de disponibilidades de suas linhas de transmissão (99,99% no ano até set/17), ainda que impactado pela redução de 50% da RAP de algumas concessões pertencentes à categoria II.
 
De julho de 2016 até julho de 2018, a companhia terá redução de 50% da RAP em 6 concessões da categoria II de maneira progressiva de acordo com a data de início do 16º de operação comercial de suas funções.
 
Acreditamos que o resultado não deve impactar de maneira relevante o preço das units da companhia, visto que a dinâmica de suas concessões da categoria II é conhecida e previsível.
 
Considerando a contabilidade regulatória, a receita atingiu R$ 417,0 milhões, representando queda de 4,5% a/a, principalmente devido à redução da RAP de concessões da categoria II.
 
O total de custos e despesas operacionais apresentaram alta de 32,8% a/a, majoritariamente em função de despesas pontuais com pessoal, como a rescisão e recontratação de 3 executivos.
 
O resultado de equivalência patrimonial contribuiu positivamente com R$ 44,6 milhões, contra R$ 49,6 milhões no 3T16 (-10,0 a/a).
 
O EBITDA regulatório consolidado apresentou queda de 8,4% a/a, totalizando R$ 362,6 milhões, enquanto a margem EBITDA veio em 86,9%, contra 88,8% no 2T17 e 90,6% no 3T16.
 
O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 47,4 milhões, 49,0% inferior ao 3T16, como resultado da maior receita financeira derivada de uma posição de caixa mais forte e da redução do endividamento bruto acarretando redução de despesas com juros.
 
O lucro líquido regulatório atingiu R$ 248,4 milhões, 1,4% superior ao resultado do 3T16.
 
A dívida líquida consolidada atingiu R$ 2.439 milhões ao final do 3T17, e considerando a dívida líquida proporcional das empresas subsidiárias atingiu R$ 2.867 milhões, o que representa uma dívida líquida sobre EBITDA regulatório acumulado nos últimos 12 meses de 1,6x.
 
Apresentamos nosso preço-alvo Dez/18 para TAEE11 de R$ 26,5/unit e elevamos nossa recomendação para Outperform visto que a queda apresentada recentemente no preço das units abrem um upside atraente para os papéis.
 
O novo preço-alvo representa um potencial de valorização (upside) de 30,8% em relação ao preço de fechamento em 08/11/2017. Consideramos em nossa atualização de modelo:
 
(i) a RAP do ciclo 2017/2018,
(ii) o lote contratado no leilão #05/2016 e
(iii) a aquisição de participação de 25% nas Transmineiras.
 
Não obstante, o elevado índice de distribuição de dividendos e o retorno via dividendos também apresentam a companhia como boa oportunidade de investimento. 
 
 
Implicações para investimento.
 
Entendemos que nosso preço-alvo incorpora bem os fundamentos atuais da companhia, com visão positiva frente ao cenário de incerteza macroeconômica e ao ciclo de afrouxamento monetário no Brasil. 
 
Potencial upside reside na estratégia de crescimento de longo prazo da companhia através da aquisição de novos ativos via leilões ou processos de M&A (as oportunidades mais evidentes no momento referem-se aos ativos operacionais da Abengoa e Isolux bem como potenciais desinvestimentos da Eletrobras no segmento de transmissão).
 
Os riscos de downside estão relacionados ao
 
(i) desenvolvimento dos novos projetos, que podem ter atrasos e sobrecustos, e
(ii) ao processo de incorporação de novos ativos operacionais adquiridos.
 
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do desempenho da TAESA no 3º trimestre/2017, elaborado por VIVIANE SILVA, CNPI, analista, e RAFAEL DIAS, CNPI, analista sênior, ambos do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: VIVIANE SILVA, CNPI, analista, e RAFAEL DIAS, CNPI, analista sênior, ambos do BB Investimentos





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