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Política

08 de Março de 2018 as 17:03:11



PREVIDÊNCIA SOCIAL - Ministro do Planejamento insistem em Déficit



No momento em que a PGR inicia novo movimento para destituição de Temer, agora sob a égide da procuradora Raquel Dodge e beneplácito do ministro Barroso, do STF, ao determinar a quebra de sigilo bancário do presidente da República, o Poder Executivo volta a insistir na tecla da Reforma da Previdência, objetivando manter o apoio dos bancose do sistema financeiro internacional à gestão Temer.
REDAÇÃO DO JORNAL FRANQUIA
 
 
 
Responsável por englobar as áreas de Previdência Social, Saúde e Assistência Social, a seguridade social registrou rombo recorde em 2017, divulgou nesta 5ª feira, 08.03, o Ministério do Planejamento.
 
Segundo a pasta, o déficit do sistema cresceu 13% em 2017, somando R$ 292,4 bilhões, o equivalente a 4,4% do PIB.
 
Em 2016, o resultado negativo havia totalizado R$ 258,7 bilhões (4,1% do PIB). Apesar da expansão no ano passado, o déficit cresceu menos que em 2016, quando havia aumentado 55%.
 
Segundo o Ministério do Planejamento, a desaceleração do crescimento no ano passado decorre de dois motivos. O primeiro foi a recuperação da economia, que elevou a arrecadação da contribuição previdenciária e de tributos como o PIS Programa de Integração Social e a COFINS Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, que se destinam à seguridade.
 
De acordo com o balanço apresentado pelo Planejamento, as receitas da seguridade social somaram R$ 657,9 bilhões em 2017, expansão de 7,2% em relação aos R$ 613,2 bilhões registrados em 2016. Os gastos, no entanto, avançaram em ritmo maior, 9%, e atingiram R$ 950,3 bilhões em 2017, contra R$ 817,8 bilhões no ano anterior.
 
O segundo fator foi o reajuste menor do salário mínimo, que aumentou 6,47% no ano passado por causa da fórmula fixa de crescimento do PIB no ano anterior mais a inflação pelo INPC Índice Nacional de Preços ao Consumidor. O salário mínimo impacta boa parte das aposentadorias, pensões e os benefícios da LOAS Lei Orgânica de Assistência Social (Loas).
 
A revisão dos auxílios-doença e das aposentadorias por invalidez no ano passado, apontou o relatório, também contribuiu para diminuir o crescimento do déficit em 2017.
 
DRU
 
De acordo com o Planejamento, mesmo se não houvesse a DRU Desvinculação de Receitas da União, que permite o remanejamento de até 30% das receitas do governo para outras áreas, a Seguridade Social continuaria a registrar déficit.
 
Caso todas as receitas tivessem permanecido no sistema, o sistema teria déficit de R$ 192,1 bilhões em 2017, alta de 15,1% em relação ao resultado negativo de R$ 166,9 bilhões em 2016.
 
As receitas da Seguridade Social são compostas pela arrecadação da Previdência Social (contribuições dos empregados e dos empregadores ao INSS Instituto Nacional do Seguro Social, a CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a Cofins, a CPSS Contribuição para o Plano de Seguridade Social do Servidor, o PIS e o PASEP e demais contribuições.
 
As despesas da Seguridade Social englobam os benefícios da Previdência Social e da Previdência dos servidores da União; da Loas e do Bolsa Família (que entram na Assistência Social); os benefícios trabalhistas como seguro-desemprego e abono salarial. Os gastos também englobam as despesas de custeio, de capital (investimentos) e os salários dos servidores da Previdência, da Saúde e da Assistência Social.
 
 
Evolução
 
Nos últimos cinco anos, ressaltou o Planejamento, o déficit da Seguridade Social acumula alta de 225%. O rombo saltou de R$ 76,1 bilhões em 2012 para R$ 90,1 bilhões em 2013, R$ 130,1 bilhões em 2014 e R$ 166,5 bilhões em 2015, antes de superar a barreira de R$ 200 bilhões a partir de 2016.


Fonte: Agência Brasil. Subtítulo e Chamada de Capa da Redação.





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