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Investimentos

18 de Abril de 2018 as 19:04:28



INVESTIMENTOS - WEG Resultados no 1º Trimestre/2018 Forte Receita Líquida



WEG - Resultado no 1º Trimestre de 2018
 
Forte receita líquida embora acompanhada de maiores custos operacionais
 
 
A WEG divulgou nesta manhã de 4ª feira, 18.04, números neutros para o primeiro trimestre de 2018. A receita líquida alcançou R$ 2.552,5 milhões, um sólido aumento de 19,6% a/a, impulsionado principalmente
 
(i)  pela forte exposição da companhia no mercado externo e
(ii) pela contínua recuperação econômica brasileira, cujo ambiente local proporciona um estimulo positivo ao segmento de GTD.
 
As vendas no exterior permanecem relevantes no consolidado, sendo responsáveis por 56% da receita total da companhia durante o período, com uma evolução de 24,5% a/a. Esse desempenho é explicado pela consolidação da aquisição da CG Power, em junho de 2017, juntamente com um desempenho positivo nos segmentos GTD e equipamentos industriais.
 
A receita no mercado interno apresentou um aumento de 13,9% a/a no 1T18, devido a uma performance positiva no cenário doméstico decorrente da crescente expansão de novos negócios, principalmente projetos de energia solar.
 
Apesar do aumento nos custos (+22,1% a/a) e despesas operacionais e administrativas (+16,9% a/a), a WEG encerrou o trimestre com lucro líquido de R$ 285,0 milhões contra um resultado de R$ 257,7 milhões no mesmo período do ano passado, refletindo a melhora na dinâmica de mercado da companhia.
 
Logo, o EBITDA consolidado atingiu R$ 379,7 milhões, um crescimento de 14,7% a/a, mas inferior ao estimado pelo consenso Bloomberg de R$ 410,0 milhões.
 
A margem EBITDA foi de 14,9%, contra 15,5% no 1T17, impactado pela aquisição da CG Power - atualmente denominada WEG Transformers US - e por baixas margens operacionais dos projetos em desenvolvimento.
 
Quanto à alavancagem, a empresa atingiu no 1T18 um caixa líquido de R$ 430,4 milhões, contra uma posição líquida de R$ 467,2 milhões no 1T17, possibilitando boas condições para investimentos e participação em eventuais oportunidades no setor.
 
Assim, esperamos uma avaliação neutra do papel nos próximos pregões.
 
Implicações de investimento.
 
Nós permanecemos com visão positiva sobre a empresa suportada por
 
(i)   uma forte geração de fluxo de caixa,
(ii)  um desempenho sólido na venda de equipamentos de ciclo curto no mercado externo, principalmente, bem como
(iii) nossa perspectiva positiva para a recuperação do setor de bens de capital no Brasil devido a um ambiente mais otimista.
 
Acreditamos que a recuperação da indústria tanto no cenário doméstico quanto internacional devem continuar ajudando a companhia a manter seu forte balanço e melhorar gradualmente suas margens.
 
Potenciais upsides residem na estratégia de crescimento a longo prazo, notadamente através de possíveis operações de M&A.
 
Os riscos de downside estão relacionados ao
 
(i)   deterioração na economia global (Brasil, América do Norte e/ou Europa),
(ii)  impacto da variação cambial,
(iii)  entrada de novos competidores e
(iv) aumentos potenciais nos preços das matérias-primas, levando à pressão das margens.
 
Como tal, revisaremos nossas estimativas para incorporar os resultados do 1T18 e devemos divulgar um novo TP YE18 para WEGE3 em breve. 
 
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise elaborado por VIVIANE SILVA, CNPI,  Analista do BB Investimentos 

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: VIVIANE SILVA, CNPI, Analista do BB Investimentos





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