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Investimentos

10 de Setembro de 2018 as 22:09:09



O MERCADO na 2ª feira Volatilidade, a tônica dos Mercados Domésticos



Diário de Mercado na 2ª feira, 10.09.2018
 
Volatilidade segue sendo a tônica dos mercados domésticos
 
Comentário.
 
O alto grau de incerteza doméstica continuou gerando volatilidade nos ativos domésticos. O Ibovespa chegou a subir quase 1% e o dólar atingiu os R$ 4,12 em suas máximas intradiárias, mas encerraram estáveis após pregão inconstante.
 
A origem da instabilidade é, em grande medida, a opacidade do cenário eleitoral. Os agentes aguardam com alta expectativa a divulgação do Datafolha, nesta noite, com possíveis alterações relevantes nas intenções de voto – desdobramentos do evento da última 5ª feira.
 
Ao contexto incerto, somam-se ainda o fechamento sem direcionamento único dos mercados acionários norte-americanos, digerindo a forte criação de vagas de emprego por lá (payroll) e a elevação nas tensões ligadas à guerra comercial, ante nova ameaça de taxação de bens chineses pelo presidente Trump.     
 
Ibovespa.
 
O índice abriu com firme alta, dando continuidade ao movimento do pregão de quinta-feira pré-feriado. Mas as oscilações constantes entre os terrenos positivo e negativo se apresentaram, refletindo a cautela doméstica gerada, principalmente, pelo quadro eleitoral. À espera de nova e importante pesquisa eleitoral, as blue chips apresentaram sinais mistos. Vale, Suzano e B3 caíram, ao passo que os papéis da Petrobras tiveram firme avanço.
 
O Ibovespa fechou aos 76.436 pts (+0,03%), acumulando recuo de 0,31% em setembro, alta de 0,04% no ano e de 4,09% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 8,44 bilhões, sendo R$ 8,13 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa
 
No dia 05 (último dado disponível), houve retirada líquida de R$ 138,753 milhões em capital estrangeiro da B3, aumentando o déficit de setembro para R$ 296,162. Em 2018, esse déficit chega a R$ 3,284 bilhões.  
 
Agenda Econômica.
 
Sem destaques.
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar comercial (interbancário) encerrou estável nesta segunda-feira, em sessão cercada de incertezas no âmbito doméstico. No exterior, a divisa teve comportamento misto ante cesta com as principais moedas (incluindo emergentes).
 
A divisa fechou valendo R$ 4,0830 (-0,02%), passando a acumular alta de 0,44% em setembro, 23,17% no ano e de 32,05% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco medido pelo CDS Brasil de 5 anos caiu a 281 pts, ante 282 pts da última 5ª feira.
 
Juros.
 
Ainda capturando a deflação do IPCA de agosto e apontando maior probabilidade de manutenção da Selic na reunião da semana que vem do Copom, a estrutura da curva de juros recuou em grande parte, especialmente nos contratos de curto e médio prazos. Já a ponta longa encerrou a sessão regular mais próxima à estabilidade, embora tenham operado com viés de alta durante o dia.  
 
Para a semana.
 
Por aqui, aguardam-se os resultados de julho das Pesquisas Mensais do Comércio e Serviços do IBGE. Em relação ao varejo, o consenso entre os economistas aponta para um modesto avanço (m/m), ante queda em junho. Já o setor de serviços deve acelerar a alta observada no mês anterior.
 
No exterior, os dados da indústria de zona do euro (quarta), China (quinta) e EUA (sexta) – acompanhados pelos números do varejo norte-americano – estarão no centro das atenções dos agentes.   
 
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 2ª feira, 10.09.2018, elaborado por RICARDO VIEITES, CNPI, HAMILTON ALVES, CNPI-T, e RAFAEL REIS, CNPI-P, integrantes do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RICARDO VIEITES, CNPI, HAMILTON ALVES, CNPI-T, e RAFAEL REIS, CNPI-P, integrantes do BB Investimentos





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