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Investimentos

01 de Outubro de 2018 as 01:10:09



TUPY Resultado no 2º Trimestre /2018: Positivos



TUPY - Resultados no 2º Trimestre/2018
 
Receita Líquida Recorde; Positivo
 
 
A Tupy divulgou em 07.09.2018, números robustos para o resultado do segundo trimestre de 2018. A receita foi impulsionada pelo aumento do volume de vendas, impactos cambiais positivos e repasse de custos de matérias-primas a clientes, o que levou a empresa a alcançar seu melhor resultado trimestral histórico.
 
As receitas externas representaram 83,2% do faturamento total da companhia no período e registraram um expressivo crescimento de +33,7 a/a, refletindo a valorização do dólar e maiores volumes em todos os segmentos (+10,6% a/a), sobretudo devido ao posicionamento estratégico da Tupy na indústria automobilística americana, juntamente com um crescimento das aplicações off-road em setores como petróleo e gás, mineração e infraestrutura.
 
Apesar da greve dos caminhoneiros, a receita no mercado doméstico continua apresentando uma recuperação gradual (+27,8% a/a), devido à maior produção de caminhões e às exportações indiretas para mercados como o europeu.
 
Desta forma, a receita líquida consolidada atingiu R$ 1.218,2 milhões, um aumento notável de 32,3% a/a.
 
O CPV total cresceu a um ritmo mais lento do que as receitas a/a, contribuindo para uma margem bruta de 17,1% (+2,7 p.p.). O mesmo ocorreu com as despesas com vendas, gerais e administrativas, que representaram 8,9% da receita líquida, ante 14,5% no mesmo período do ano passado.
 
O EBITDA ajustado, então, atingiu R$ 180,3 milhões, 14,4% superior à estimativa de consenso Bloomberg de R$ 158,0 milhões, enquanto a margem EBITDA ajustada aumentou para 14,8%, contra 11,5% no 2T17 (aumento de 3,3 p.p.).
 
Como resultado, a Tupy encerrou o trimestre com um lucro líquido de R$ 48,3 milhões, contra R$ 15,9 milhões no 2T17, refletindo a atual dinâmica positiva do mercado, juntamente com a variação monetária e cambial.
 
Quanto à alavancagem, a companhia atingiu no 2T18 uma dívida líquida de R$ 897,2 milhões, o que representa uma relação dívida líquida para o EBITDA acumulado nos últimos 12 meses de 1,44x, possibilitando boas condições para a participação em eventuais oportunidades de M&A no setor.
 
Assim, esperamos uma reação positiva do mercado para TUPY3 nos próximos pregões e reforçamos a recomendação Outperform considerando o valuation atrativo, a nosso ver, e perspectivas sólidas à frente.
 
Implicações de investimento.
 
Para o próximo trimestre, mantemos nossa visão otimista para a companhia resultante de nossa expectativa de que o forte desempenho no exterior continue. Além disso, os esforços da empresa em melhorar as margens ratificam nossa visão e sua geração robusta de fluxo de caixa aumenta a possibilidade de pagamento de dividendos mais altos adiante.
 
A empresa anunciou ontem a aprovação de distribuição de juros sobre o capital próprio no valor de R$ 37,5 milhões, a serem pagos em agosto, e deixou aberta a possibilidade de dividendos adicionais dependendo da geração de caixa ao longo do ano.
 
Os riscos de downside para nossa tese de investimento estão relacionados a
 
(i) depreciação do dólar, que pode pressionar a receita das unidades no exterior,
(ii) deterioração da economia global,
(iii) crescimento mais lento do que o esperado da economia doméstica,
(iv) aumento da concorrência,
(v) barreiras protecionistas e
(vi) potenciais aumentos nos preços das matérias-primas, levando a uma pressão sobre as margens.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório preparado por 
Viviane Silva, CNPI Analyst, do BB Investimentos 

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: Viviane Silva, CNPI Analyst, do BB Investimentos





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