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Investimentos

Sábado, Dia 01 de Dezembro de 2018 as 00:12:18



O MERCADO 6ª feira: Ibovespa cai 0,23% a 89.504pts. Dólar sobe a R$ 3,858



Diário do Mercado na 6ª feira, 30.11.2018
 
Ibovespa avança em novembro embalado por investidores locais 
 
Comentário.
 
O câmbio se valorizou ante o real na última sessão de novembro, importando sinal do exterior, enquanto a bolsa cedeu ligeiramente e os juros futuros ficaram estáveis nos segmentos curtos enquanto as seções intermediária e longa da curva a termo cederam modestamente.
 
Entre os fatores ponderados pelos investidores estiveram a proximidade do encontro entre os presidentes dos EUA e China no âmbito do G20, que pode desenhar novos rumos ao embate comercial entre as superpotências, além de, internamente, desdobramentos no espectro político com os nomes estratégicos escolhidos a coordenar o país a partir de 1º de janeiro.
 
O mês de novembro foi marcado pelo predomínio do otimismo no mercado de renda variável doméstico, que avançou, ainda que sustentado pelos investidores locais, já que o fluxo de capital estrangeiro foi negativo pelo segundo mês consecutivo. 
 
Ibovespa.
 
O índice chegou a oscilar acima dos 90 mil pontos no intraday e quase marcou o quarto pregão consecutivo de alta, mas cedeu em meio a um pregão ausente de melhores notícias. As performances positivas da dobradinha Petrobras e Vale não foram suficientes para aplacar as perdas impostas pelo setor financeiro.
 
O  Ibovespa encerrou aos 89.504 pts (-0,23%), acumulando alta de 2,43% em novembro e 17,21% no ano. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 19,51 bilhões, sendo R$ 18,90 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa
 
No dia 28 (último dado disponível), houve entrada líquida de capital estrangeiro em R$ 74,90 milhões da bolsa, reduzindo o saldo negativo de novembro para R$ 3,757 bilhões. Em 2018, o saldo de capital estrangeiro é deficitário em R$ 9,666 bilhões.
 
Agenda Econômica.
 
O PIB do 3T18 veio em linha com a mediana das estimativas, avançando 0,8% ante o 2T18 e 1,3% em relação ao 3T17. Apesar de expressivos, os números reforçam o cenário de recuperação gradual da economia, dada a base fraca de comparação, principalmente em relação ao 2T18 – greve dos caminhoneiros e Copa do Mundo. Para fechamento do ano, projeta-se uma alta de 1,4% (relatório Focus). 
 
O setor público consolidado encerrou outubro com superávit primário de R$ 7,798 bilhões, considerado o melhor resultado para o mês desde 2016. Acumulando um déficit de R$ 51,523 bilhões, menor do que o saldo negativo de R$ 77,352 bilhões do mesmo período do ano passado.             
 
Câmbio e CDS.
 
A divisa norte americana fechou em alta modesta, não distante do fechamento do dia anterior, refletindo prioritariamente os anseios dos investidores quanto aos desdobramentos do vindouro encontro entre Trump e Xi Jinping no âmbito do G20.
 
O dólar comercial (interbancário) findou cotado em R$3,8580 (+0,16%), acumulando uma alta de 3,49% no mês, de 16,38% no ano e de 17,98% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco medido pelo CDS Brasil de 5 anos avançou para 221 pts ante 217 pts da véspera.
 
Juros.
 
A sessão regular foi de baixa liquidez, e praticamente ausente de direcionadores. Os juros futuros encerraram a sessão em queda na região intermediária e longa da curva, e estáveis no curto prazo.
 
O DI para janeiro de 2020 fechou em 6,99% ante 6,98% da véspera. O DI para janeiro de 2021 encerrou em 7,94% ante 7,95%. O DI para janeiro de 2023 caiu de 9,12% para 9,07% hoje. O DI para janeiro de 2025 terminou 9,57% de 9,63%. 
 
Para a semana.
 
No Brasil: Produção industrial de outubro, IGP-DI de novembro e IPCA de novembro.
Nos EUA, Payroll e ADP de novembro, Livro Bege, PMIs da manufatura e serviços.
Na Zona do Euro PIB, PMIs da manufatura e serviços, PPI, pedidos às fábricas e produção industrial.  Finalmente na 
China, PMIs da manufatura e serviços (Caixin) e no
Japão PMI da manufatura. 
  
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 6ª feira, 30.11.2018, elaborado por RAFAEL REIS, CNPI-P, e RICARDO VIEITES, CNPI, ambos integrantes do BB Investimentos.

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RAFAEL REIS, CNPI-P, e RICARDO VIEITES, CNPI, ambos integrantes do BB Investimentos.





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