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Investimentos

04 de Fevereiro de 2019 as 23:02:08



VAREJO E BENS DE CONSUMO Resultados e Desempenho na Bolsa



Setor de Varejo e Bens de Consumo 
 
MARIA PAULA CANTUSIO
Analista Sênior
do BB Investimentos
 
4T18: expectativas positivas para a maioria dos varejistas
 
Os resultados dos varejistas referentes ao 4T18 devem vir positivos, amparados principalmente por uma melhora na confiança do consumidor, especialmente após o período eleitoral. 
 
De outubro de 2018 até janeiro de 2019, a confiança do consumidor aumentou cerca de 11,2 pontos, chegando a 96,6, de acordo com o Ibre FGV. Vale ressaltar que, um nível acima de 100 pontos, o qual indica de fato um otimismo por parte dos consumidores, foi registrado pela última vez em julho de 2014. 
 
Ainda assim, a evolução da confiança do consumidor tem se traduzido em um maior tráfego de pessoas em lojas e no e-commerce, beneficiando o desempenho dos varejistas no último trimestre do ano passado.
 
Frente a este cenário e ao fato de que os varejistas que cobrimos são consolidadores de mercado, esperamos que os mesmos divulguem forte performances de venda e alguma recuperação de rentabilidade.
 
Os principais destaques devem ser Magazine Luiza, Lojas Renner, Pão de Açúcar e Lojas Americanas. O único destaque negativo, na nossa visão, deve ser a Hypera Pharma, afetada por uma forte base comparativa do 4T17, bem como uma maior participação de genéricos e similares em seu mix de vendas.
 
Ainda assim, não podemos deixar de mencionar que a atividade varejista durante 2018 acabou sendo menor que as nossas expectativas iniciais. No começo daquele ano, projetávamos uma expansão de 3,5% a/a no volume vendido, o que acreditávamos que seria impulsionado pela demanda represada nos segmentos de duráveis e semiduráveis dos anos de crise econômica. 
 
Entretanto, a última pesquisa divulgada pelo IBGE referente a novembro mostrou uma expansão de 2,6% nos últimos 12 meses, amparada por uma expansão de volumes vendidos em supermercados e drogarias. Ou seja, a crise econômica trouxe o represamento de demanda também em segmentos essenciais, a qual acabou sendo atendida durante 2018.
 
A boa notícia é que o cenário parece estar ajustado para que os segmentos de duráveis e semiduráveis apresentem uma retomada em 2019. É verdade que o emprego é o indicador mais importante no que se refere a impulsionar a recuperação do varejo e a pesquisa de emprego do IBGE (PNAD Contínua) não tem sido muito encorajadora nos últimos meses. 
 
Do 4T17 ao 4T18, a taxa de desemprego ficou praticamente estável no patamar de 11,6%. Ainda assim, os dados publicados pelo ministério do trabalho (Caged) indicaram que mais de 528 mil vagas foram criadas na economia brasileira após três anos consecutivos de retração, quando mais de 2,8 bilhões de vagas foram extintas. 
 
Acreditamos que seja só uma questão de tempo até que as duas pesquisas convirjam. Analistas de mercado já preveem a criação de mais de 1 milhão de vagas de trabalho no país durante 2019.
 
Com isso, estimamos que o volume vendido no varejo cresça cerca de 4,5% a/a durante o ano, impulsionado por duráveis e semiduráveis, recuperando o mesmo patamar de atividade varejista de 2013.
 
 
Confira no anexo a íntegra do relatório elaborado por  MARIA PAULA CANTUSIO, Analista Sênior do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: MARIA PAULA CANTUSIO, Analista Sênior do BB Investimentos





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