Home   |   Expediente   |   Publicidade   |   Cadastre-se   |   Fale Conosco             

Internacional

23 de Março de 2019 as 22:03:51



PIÑERA e BOLSONARO rejeitam Intervenção Militar na Venezuela



Presidentes também pediram solução pacífica na Nicarágua
 
Os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e do Chile, Sebastián Piñera, reiteraram neste sábado, 23.03, a intenção de buscar um acordo pacífico para encerrar a crise que atinge a Venezuela.
 
Ambos rejeitaram a possibilidade de intervenção militar na Venezuela. Também apelaram para a realização de eleições no país vizinho e a preservação dos direitos humanos    
 
“[Reiteramos] o firme compromisso de continuar trabalhando, no âmbito do Grupo de Lima, pela busca de uma saída democrática e pacífica para a crise venezuelana, rejeitando energicamente qualquer ação que implique o uso da violência, sobretudo a opção de intervenção militar”,
 
diz a declaração conjunta de ambos os presidentes.
 
Brasil, Chile, EUA e cerca de 50 nações apóiam Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela, como líder legítimo do país. Guaidó fez um giro pela América do Sul e foi recepcionado por Bolsonaro e vários presidentes da região.
 
“[Reafirmamos] o compromisso de contribuir para restaurar a democracia na Venezuela, que requer a realização de eleições presidenciais livres e justas, conforme os padrões internacionais e sob observação internacional independente; a liberação de todos os presos políticos; e o fim da sistemática violação dos direitos humanos naquele país.”
 
Piñera e Bolsonaro ressaltaram a necessidade de Maduro autorizar o envio de ajuda humanitária para a Venezuela. “[Insistimos] igualmente, na importância que o regime de Nicolás Maduro autorize a abertura de canal de ajuda humanitária que possa atenuar a grave escassez de remédios e alimentos naquele país.”
 
Nicarágua
 
No texto, Bolsonaro e Piñera se referem também à crise na Nicarágua, que há mais de 11 meses vive protestos diários contra o governo de Daniel Ortega, nos quais os manifestantes denunciam violência e opressão por parte das autoridades públicas.
 
“[Acompanhamos] com prudente otimismo, a retomada de diálogo nacional amplo, plausível, transparente e representativo entre o governo da Nicarágua e a sociedade civil reunida na Aliança Cívica pela Justiça e Democracia.”
 
Em seguida, a nota conjunta apela para Ortega dar o espaço devido às organizações internacionais para acompanhar o processo de negociação no país.
 
“[Queremos] instar o governo da Nicarágua a permitir que os mecanismos internacionais de direitos humanos retornem ao país, incluindo os da OEA [Organização dos Estados Americanos] e das Nações Unidas, e a fornecer as garantias necessárias para o cumprimento in situ de seus respectivos mandatos, de forma independente.”


Fonte: AGENCIA BRASIL





Indique a um amigo     Imprimir     Comentar notícia

>> Últimos comentários

NOTÍCIAS DA FRANQUEADORA E EMPRESAS DO SEGMENTO


  Outras notícias.
EVO MORALES vitorioso com 46,86%. Oposição não reconhece e OEA em Reunião 22/10/2019
EVO MORALES vitorioso com 46,86%. Oposição não reconhece e OEA em Reunião
 
ELEIÇÕES NA BOLÍVIA  Evo Morales próximo da 4ª vitória. OEA estrila 22/10/2019
ELEIÇÕES NA BOLÍVIA Evo Morales próximo da 4ª vitória. OEA estrila
 
CHILE -  O que está por trás dos protestos 22/10/2019
CHILE - O que está por trás dos protestos
 
CHILE  Forças Policiais matam ao menos 11 pessoas nos Protestos 21/10/2019
CHILE Forças Policiais matam ao menos 11 pessoas nos Protestos
 
NETANYAHU fracassa em formar governo em Israel e deve cai fora 21/10/2019
NETANYAHU fracassa em formar governo em Israel e deve cai fora
 
CHILE na Maior Revolta Social das Últimas Décadas 21/10/2019
CHILE na Maior Revolta Social das Últimas Décadas
 
CHILE Santiago amanhece sob Estado de Emergência após protestos 19/10/2019
CHILE Santiago amanhece sob Estado de Emergência após protestos
 
BREXIT Derrota na Câmara leva governo britânico a pedir adiamento à UE 20/10/2019
BREXIT Derrota na Câmara leva governo britânico a pedir adiamento à UE
 
BORIS JOHNSON pede adiamento do BREXIT para 2020 19/10/2019
BORIS JOHNSON pede adiamento do BREXIT para 2020
 
BREXIT Parlamento Britânico adia Decisão sobre Novo Acordo 19/10/2019
BREXIT Parlamento Britânico adia Decisão sobre Novo Acordo
 
Escolha do Editor
Curtas & Palpites