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Economia e Finanças

Terça-Feira, Dia 07 de Maio de 2019 as 22:05:30



PRÉVIA DO COPOM: SELIC deve permanecer em 6,5%



Macroeconomia
Juros 
 
Prévia Copom: Selic deve permanecer em 6,5%
 
O COPOM Conselho de Política Monetária deverá manter a taxa básica de juros (Selic) em 6,5%, em decisão que será divulgada no início da noite de 4ª feira, 08.05.
 
A decisão se resguarda no fato de que o conjunto de informações acumuladas até o presente momento, não é suficiente para embasar um eventual corte da Selic. 
 
A perspectiva para a inflação se mantém ancorada, apesar de sua variação acima do esperado nos últimos meses, da piora na atividade econômica e do cenário externo ainda incerto. Ademais, o balanço de riscos manteve-se simétrico em nossa avaliação, não contribuindo para uma pressão inflacionária para qualquer direção.
 
Piora da atividade econômica e da perspectiva de inflação. 
 
As variações de fevereiro e março do IPCA surpreenderam negativamente as estimativas de mercado e se mostraram superiores às variações no ano anterior.
 
Nossa projeção de inflação para o mês de abril (0,60%) aponta para a mesma direção, com consequente distanciamento do centro da meta no acumulado de doze meses.
 
Já em relação à atividade, a produção industrial encerrou o 1T19 com queda de 0,5% ante o trimestre anterior, compondo cenário que aponta para ligeiro recuo do PIB no 1T19. 
 
O mercado reduziu de modo relevante as expectativas para o crescimento econômico do país em 2019, de 2,0% (mediana Focus) na última reunião do Copom para 1,5% no último relatório (03-mai).
 
Balanço de riscos. 
 
Avaliamos que o balanço de riscos continua simétrico, apesar de uma pequena mudança nos fatores. Dos três fatores de risco citados na última ata do Copom, houve redução da 
 
(i)   utilização da capacidade instalada, manutenção da 
(ii)  expectativas sobre as reformas e 
(iii) do cenário externo. 
 
Mesmo que a atividade norteamericana tenha surpreendido positivamente, a inflação se mostrou controlada, o que praticamente eliminou a expectativa para uma alta da taxa de juros dos EUA. Além disso, a melhora da economia dos EUA fortaleceu a sua moeda elevando o patamar de sua cotação ante ao Real, o que pode gerar alguma pressão inflacionária.
 
 
Confira no anexo a íntegra do relatório elaborado por HENRIQUE TOMAZ, CFA, Analista Sênior, RICARDO VIEITES, CNPI, Analista, e RICHARDI FERREIRA, CNPI, Analista, da equipe do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: BB INVESTIMENTOS

 
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