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Investimentos

10 de Julho de 2019 as 22:07:25



O MERCADO, 10.07, Ibovespa sobe 1,23% a 105.817 pts. Dólar cai a R$ 3,756



Diário do Mercado na 4ª feira, 10.07.2019
 
Previdência e FED conduzem bolsa ao quinto avanço consecutivo 
 
Comentário.
 
O índice Ibovespa avança há cinco pregões, renovando recordes de pontuação continuamente e atingindo hoje, no encerramento, os 105.817 pts (+1,23%). A expectativa do mercado de que a situação fiscal seja equacionada com a provável e iminente aprovação da reforma da Previdência é a principal razão.
 
O otimismo dos investidores é ainda reforçado com o que deve vir após a reforma, a saber; novos cortes na Selic – o que favorece a renda variável – e novas medidas prenunciadas pelo governo e Câmara para “destravar” a economia do País.
 
Importante ressaltar, também, a maior inclinação do Fed em cortar juros nas próximas reuniões, refletida na fala de hoje de seu Presidente, bem como na ata da última reunião do Fomc, divulgada no período da tarde.
 
No mercado de câmbio, o dólar apresentou firme recuo, mais acentuado que o movimento da divisa no exterior. A moeda norte-americana encerrou valendo R$ 3,7560 (-0,79%).
 
Já curva de juros futuros devolveu prêmios por toda sua estrutura, sobretudo nos contratos de médio e longo prazos.
 
Ibovespa.
 
O índice abriu com forte alta, buscando as máximas da sessão no início da tarde ante o otimismo com a votação da reforma da Previdência, quando chegou a superar os 106 mil pts. Houve certo arrefecimento na parte final do pregão; mesmo assim, o Ibovespa fechou com firme avanço. B3, Vale e Petro lideraram os ganhos em termos ponderados.
 
Cabe também destacar as altas de IRB (6,79%) e Ultrapar (5,84%). Na contramão, o setor de bancos, a Braskem e a Suzano foram os destaques negativos do pregão.
 
O Ibovespa encerrou em 105.817 pts (+1,23%), acumulando alta de 4,80% em julho, 20,40% no ano e de 41,35% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 22,8 bilhões, sendo R$ 21,9 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa
 
No dia 5 de julho (último dado disponível), houve saída líquida de capital estrangeiro em R$ 641,7 milhões da Bolsa. No mês de julho e no ano, os saldos estão negativos em R$ 1,1 bilhões e R$ 5,0 bilhões, respectivamente.
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar operou em queda por toda a sessão, refletindo o otimismo com a reforma da Previdência e enfraquecimento global da divisa ante discurso dovish do presidente do Fed. O real apresentou o maior ganho contra o dólar em uma cesta com 16 das principais moedas globais.
 
O dólar comercial (interbancário) fechou cotado a R$ 3,7560 (-0,79%), acumulando -2,19% em julho, -3,07% no ano e -1,21% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil recuou de 144 pts, na última segunda-feira, para 132 pontos.
 
Juros.
 
Os juros futuros encerraram a sessão regular em queda, especialmente nos vértices de médio e longo prazos, todavia, distantes das mínimas. Em relação à sessão anterior, assim findaram: DI janeiro/2021 em 5,59%, de 5,63%; DI janeiro/2023 em 6,31%, de 6,40%; DI janeiro/2025 em 6,86%, de 6,94%.
 
Agenda Econômica. 
 
No Brasil, o IPCA desacelerou de 0,13% em maio para 0,01% em junho, ligeiramente acima do consenso (-0,03%). No acumulado em 12 meses, o índice passou de 4,66% para 3,37%, conforme esperado pelo mercado – passada a firme alta de jun/18 (1,26%), em meio ao choque da greve dos caminhoneiros. 
 
Deste modo, a inflação oficial se estabeleceu confortavelmente abaixo da meta (4,25%) do Copom para 2019.
 
Os grupos Habitação e Transportes apresentaram desaceleração relevante, de 0,98% para 0,07% e de 0,07% para -0,31%, respectivamente. Os itens energia elétrica (-1,11%) e combustíveis (-2,41%) foram os principais responsáveis pelo recuo nos grupos citados. Já o grupo Alimentação e Bebidas manteve-se deflacionário, de -0,56% em maio para -0,25% em junho.
 
Para a semana.
 
Brasil: Dados dos setores de varejo e serviços de maio (IBGE) e o índice de atividade econômica do Bacen, o IBC-Br;
 
EUA: IPC;
 
Zona do euro: produção industrial, inflação de Alemanha e França;
 
China: balança comercial.
 
Confira no anexo a íntegra o relatório sobre o comportamento do mercado na 4ª feira, 10.07.2019, preparado por RICARDO VIEITES, CNPI, e RENATO ODO, CNPI-P, ambos integrantes do BB Investimentos.      

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RICARDO VIEITES, CNPI, e RENATO ODO, CNPI-P, do BB Investimentos.

 
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