Home   |   Expediente   |   Publicidade   |   Cadastre-se   |   Fale Conosco             

Investimentos

Sexta-Feira, Dia 11 de Outubro de 2019 as 21:15:01



O MERCADO, 07.10: Ibovespa cai 1,93% a 100.572 pts. Dólar sobe a R$ 4,104



Diário do Mercado na 2ª feira, 07.10.2019
 
Ibovespa sucumbe com incertezas internas e externas
 
Comentário.
 
O índice brasileiro sofreu firme revés no dia – a queda foi generalizada e apenas uma ação encerrando positiva. Internamente, não foi bem recebida pelos agentes a notícia que poderá ser um pouco mais postergada a votação em segundo turno da reforma da Previdência no Senado, talvez até para depois do próximo dia 22 de outubro. Ademais, ainda existem conversas políticas no tocante à questão da distribuição dos recursos do leilão da cessão onerosa.
 
Externamente, pairam temores em relação a um possível acordo comercial entre EUA e China, que estão retomando as negociações agora em outubro.
 
No dia, também pesou a declaração do presidente norte-americano, Donald Trump, que ameaçou devastar a economia da Turquia caso este país tentasse uma invasão no norte da Síria, onde estão combatendo “aliados” dos EUA.
 
Neste panorama, os índices acionários de Nova York, que vinham oscilando ao redor da estabilidade, decaíram após às 14h, contaminando negativamente a a bolsa brasileira. 
 
No Brasil, o dólar comercial fechou a R$ 4,1040 (+1,18%). Os juros futuros denotaram altas mais firmes nos vencimentos mais longos, influenciados pelo cenário externo.
 
Ibovespa.
 
O índice abriu cadente e foi gradualmente mudando de patamar para baixo ao longo do pregão até seu fechamento. Ponderadamente, destaque negativo para os papéis do setor de bancos. Somente a Raiadrogasil (RADL3; R$ 102,13) terminou positiva no dia.
 
O Ibovespa fechou aos 100.572 pts (-1,93%), acumulando -3,98% no mês, +14,43% no ano e +22,17% em 12 meses. O giro financeiro da Bovespa foi de R$ 13,4 bilhões, sendo R$ 12,3 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na B3
 
No dia 3 de outubro (último dado disponível), a saída líquida de capital estrangeiro da Bovespa foi de R$ 1,629 bilhão, somando retirada líquida de R$ 4,381 bilhões no mês. Em 2019, a saída líquida acumulada atingiu -R$ 25,184 bilhões.
 
Agenda Econômica.
 
No Brasil, a Anfavea informou que foram produzidos 247.333 veículos em setembro, baixa de 8,3% em relação a agosto, mas alta de 10,9% ante setembro de 2018. Nos nove primeiros meses de 2019, 2.258.338 unidades foram produzidas, variando +2,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
 
Já as vendas de veículos foram de 234.848 em setembro, redução de 3,3% frente a agosto, mas elevação de 10,1% contra setembro de 2018. Nos nove primeiros meses de 2019, 2.029.621 unidades foram vendidas, alta de +9,9% em comparação ao mesmo período do ano passado. Para este ano, a ANFAVEA reduziu sua estimativa de projeção de produção para 2,1% versus 9,0% anterior.
 
Nos EUA, o Fed informou que o crédito ao consumidor foi de U$ 17,9 bilhões em agosto versus US$ 23,05 bilhões em julho - consenso de mercado em U$ 15 bilhões.   
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar finalizou em alta ante ao real, com temores de mercado sobre as negociações comerciais entre EUA e China. Ademais, os investidores seguem atentos ao trâmite da reforma da Previdência.
 
A divisa fechou cotada a R$ 4,1040 (+1,18%), acumulando -1,23% no mês, +5,91% no ano e +6,46% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil 5 anos passou a 140 pts versus 138 pts anterior. 
 
Juros.
 
Os juros futuros findaram a sessão regular quase estáveis no curto prazo e em alta no restante dos vencimentos, com destaque mais expressivo para a ponta longa de sua curva de estrutura a termo, na esteira da valorização do dólar no cenário doméstico.
 
Em relação à sessão anterior, assim fecharam: DI janeiro/2020 estável em 5,01%; DI janeiro/2021 em  4,88% de 4,86%; DI janeiro/2023 em 6,02% de 5,97%; DI janeiro/2027 em 6,98% de 6,92%.
 
Agenda.
 
Brasil: IPC-S, IGP-DI, IPCA, Dados varejo, Volume do setor de serviços e Atividade econômica;
 
EUA: FOMC - Ata da reunião, IPC e Sentimento Univ. de Mich.;
 
Alemanha: Produção industrial;
 
França: Produção do setor de fabricação;
 
Reino Unido: Produção industrial;
 
China: Financiamento agregado e Novos empréstimos.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 2ª feira, 07.10.2019, elaborado por HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimento 

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos





Indique a um amigo     Imprimir     Comentar notícia

>> Últimos comentários

NOTÍCIAS DA FRANQUEADORA E EMPRESAS DO SEGMENTO


  Outras notícias.
EMBRAER - Resultado no 3º trimestre de 2019: NEUTRO 13/11/2019
EMBRAER - Resultado no 3º trimestre de 2019: NEUTRO
 
O MERCADO, 12.11: Ibovespa cai 1,49% a 106.751 pts. Dólar sobe a R$ 4,116 13/11/2019
O MERCADO, 12.11: Ibovespa cai 1,49% a 106.751 pts. Dólar sobe a R$ 4,116
 
O MERCADO, 11.11: Ibovespa sobe 0,69% a 108.367 pts. Dólar cai a R$ 4,142 12/11/2019
O MERCADO, 11.11: Ibovespa sobe 0,69% a 108.367 pts. Dólar cai a R$ 4,142
 
SANTANDER BRASIL  Resultados no 3º trimestre/2019: NEGATIVOS 09/11/2019
SANTANDER BRASIL Resultados no 3º trimestre/2019: NEGATIVOS
 
BRF  Resutados no 3º trimestre de 2019: POSITIVOS 09/11/2019
BRF Resutados no 3º trimestre de 2019: POSITIVOS
 
O MERCADO, 07.11: Ibovespa sobe 1,13% a 109.580 pts. Dólar a R$ 4,0920 (+0,24%) 08/11/2019
O MERCADO, 07.11: Ibovespa sobe 1,13% a 109.580 pts. Dólar a R$ 4,0920 (+0,24%)
 
O MERCADO, 06.11: Ibovespa  estável em 108.719. Dólar cai a R$ 3,993 06/11/2019
O MERCADO, 06.11: Ibovespa estável em 108.719. Dólar cai a R$ 3,993
 
O MERCADO, 05.11: Ibovespa  estável em 108.719. Dólar cai a R$ 3,993 06/11/2019
O MERCADO, 05.11: Ibovespa estável em 108.719. Dólar cai a R$ 3,993
 
USIMINAS Resultado no 3º trimestre/2019: NEGATIVO. 05/11/2019
USIMINAS Resultado no 3º trimestre/2019: NEGATIVO.
 
O MERCADO, 04.11: Ibovespa sobe 0,54% a 108.779 pts. Dólar sobe a R$ 4,011 05/11/2019
O MERCADO, 04.11: Ibovespa sobe 0,54% a 108.779 pts. Dólar sobe a R$ 4,011
 
Escolha do Editor
Curtas & Palpites