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Investimentos

15 de Outubro de 2019 as 23:10:44



RENDA FIXA DEBÊNTURES - Mercado Secundário em 14.10.2019



RENDA FIXA
Mercado Secundário de Debêntures, CRA e CRI 14/10/2019
 
Fraqueza da economia renova sinais de persistência e se combina com a inflação declinante, derrubando juros, mas os descontos menores favorecem ativos de renda fixa privada
 
Cenário
 
Ainda sob a bipolaridade das questões comerciais entre EUA e China, os investidores globais acenam com algum grau de otimismo, frente aos avanços sinalizados pela primeira fase de entendimentos, entre os líderes dos dois países. No entanto, a fragilidade da relação ainda é substancial e qualquer sutileza captada pelos observadores repercute em rápido agravamento da aversão ao risco.
 
Ao mesmo tempo, o mercado doméstico continua a responder mais prontamente aos desdobramentos da agenda interna, já tendo assimilado o atraso da reformada Previdência e os comunicados oficiais da autoridade monetária, em clara tonalidade dovish.
 
Neste momento, porém, o ponto de atenção são os novos vetores de enfraquecimento das expectativas com o juro básico, em vista de recentes dados decepcionantes da atividade e da deflação pelo IPCA – em tendência que se confirma pela reiterada redução de projeções para o índice no Relatório Focus, há pelo menos 10 semanas, para 2019, e se estendendo para 2020.
 
O quadro atual, portanto, proporciona novos atrativos a serem ponderados na avaliação dos papéis, notadamente em razão das menores taxas de desconto, abrindo espaço para movimentos de compra, ainda que em bases moderadas e em atenção ao comportamento das curvas de juros.
 
Debêntures no Secundário
 
Após o sobressalto sentido em decorrência de surpresas com a pauta política, os investidores começam a retomar os movimentos de compra no secundário de dívida privada, mas ainda em regime de cautela e de forma gradual.
 
Nos últimos dias, ganhou força o entendimento de que a fraqueza da economia não está acompanhada de vetores de inflação significativos, devendo perdurar por mais tempo que o estimado semanas atrás. Como reflexo, as curvas de referência sofreram recuos acentuados e generalizados, tanto em juros nominais quanto em juros reais, e em todos os vencimentos, influenciando os agentes a um novo movimento de reprecificação de ativos e identificação de oportunidades.
 
No entanto, cabe destacar que esta retomada ainda carece de sinais confirmação, para configurar a retomada de uma tendência positiva, especialmente se considerados o perfil da negociação e o comportamento dos volumes negociados.
 
Assim sendo, o momento abre espaço para a seleção de papéis que ainda ofereçam yields atrativos, em operações mais longas, mas ainda sob o risco de volatilidades de curto prazo, em face do cenário político.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório elaborado por RENATO ODO,
CNPI-P 3058, Analista Sênior, integrante do BB Investimento

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: RENATO ODO, CNPI-P 3058 Analista Sênior, integrante do BB Investimento





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