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Investimentos

23 de Outubro de 2019 as 00:10:08



O MERCADO, 22.10: Ibovespa sobe 1,28% a 107.381 pts, Dólar cai a R$ 4,0750



Diário do Mercado na 3ª feira, 22.10.2019.
 
Ibovespa renova recorde histórico com aprovação da Previdência
 
Comentário.
 
O índice doméstico renovou seu recorde histórico de fechamento e de pontuação, já abrindo ascendente e assim permanecendo ao longo de todo o pregão, no qual operou a maior parte acima dos 107 mil pts.
 
A aprovação da reforma da Previdência na CCJ do Senado e sua expectativa de ratificação ainda no dia no plenário da casa trouxeram otimismo maior aos investidores.
 
Também, soma-se a isto a percepção dos agentes da abertura de mais espaço para a chamada “pauta positiva” de medidas governamentais que estão tramitando no Congresso, como cessão onerosa, reforma administrativa, reforma tributária, pacto federativo etc.
 
Ademais, prevalece o otimismo com a expectativa da queda da taxa Selic nas próximas decisões do Copom, em 30 de novembro e 11 de dezembro deste ano, com o mercado prevendo pelo menos recuo de 100 pts-base do atual patamar de 5,50% a.a. para 4,50% a.a. – inclusive, alguns analistas passaram a acreditar até em nível mais baixo do que este.
 
Neste cenário, o Ibovespa se descolou positivamente dos negativos índices de Nova York. Externamente, questões políticas envolvendo o presidente Donald Trump e revés no parlamento britânico sobre o Brexit motivaram realizações de lucros. Vale lembrar que no Brasil os balanços de Petrobras e Vale serão divulgados nesta semana.  
 
No Brasil, o dólar comercial fechou a R$ 4,0750 (-1,33%). Os juros futuros subiram como um todo, com destaque para os contratos intermediários, em dia de realizações de lucros.
 
Ibovespa.
 
O índice principiou em tendência ascendente e testou a marca dos 107 mil pts algumas vezes, até rompê-la pouco antes de meio dia para depois prosseguir oscilando basicamente entre este nível e os 107.500 pts até seu fechamento. Ponderadamente, destaques para as ações do setor de bancos e para a Petrobras (beneficiada também pela alta do petróleo).
 
O Ibovespa fechou aos 107.381 pts (+1,28%), acumulando +2,53% na semana, +2,52% no mês, +22,18% no ano e +25,45% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 18,3 bilhões, sendo R$ 16,7 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa
 
No dia 17de outubro (último dado disponível), houve saída líquida de capital estrangeiro de R$ 817,268 mil na Bovespa, apurando saída líquida de -R$ 11,490 bilhões no mês. Em 2019, o saldo negativo líquido acumulado situa-se em -R$ 32,293 bilhões.
 
Agenda Econômica.
 
No Brasil, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), considerado como prévia para o índice oficial fechado do mês, variou +0,09% em outubro, mesma oscilação de setembro, vindo superior ao consenso de +0,03%. Mas, esta foi a menor taxa para os meses de outubro desde 1998 (+0,01% também). Os grupos Saúde e cuidados pessoais (+0,85%) e Transportes (+0,35%), com respectivas contribuições ponderadas de 0,10 p.p. e 0,4 p.p. para o índice geral, foram destaques para a alta. Já pela parcela de desaceleração se sobressaíram ponderadamente os grupos Alimentação e Bebidas (-0,25%) e Habitação (-0,23%), com respectivas participações de -0,06 p.p. e -0,04 p.p. O indicador passou a acumular 2,69% no ano e 2,72% em 12 meses.
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar comercial fechou em baixa ante o real com o otimismo do mercado doméstico prevalecendo e rumores de entrada de recursos no País. A divisa fechou a R$ 4,0750 (-1,33%), acumulando -1,04% na semana, -1,93% no mês, +5,16% no ano e +10,52% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil 5 anos cedeu a 127 pts de 129 ontem. 
 
Juros.
 
Os juros futuros findaram em alta em toda a curva de estrutura a termo, com destaque para os vencimentos intermediários. O IPCA-15 acima do consenso induziu realizações de lucros no dia, dado que alguns agentes já estavam prevendo até corte de 75 pts-base na próxima decisão do Copom.
 
Em relação ao pregão anterior, assim fecharam os contratos: DI janeiro/2020 em 4,85% de 4,83; DI janeiro/2021 em 4,54%  de 4,44%; DI janeiro/2023 em 5,52% de 5,42%; DI janeiro/2025 em 6,20% de 6,11; DI janeiro/2027 em 6,56% de 6,48%.
 
Agenda.
 
Brasil: Confiança do Consumidor, Dados do setor externo, Dados de crédito;
 
EUA: Pedidos de bens duráveis, PMI Manuf., Índ. Conf. consumidor Univ. Michigan;
 
Alemanha e França: PMI Manuf.;
 
Zona do euro: PMI Manuf. e BCE (taxa de juros);
 
Japão: PMI Manuf..
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 3ª feira, 22.10.2019, elaborado por HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos 

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos





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