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Investimentos

30 de Outubro de 2019 as 22:11:20



O MERCADO, 30.10: Ibovespa, recorde a 108.407 pts. Dólar cai a R$ 3,987



Diário do Mercado na 4ª feira, 30.10.2019
 
Ibovespa fecha na máxima e tem novo recorde de pontuação
 
Comentário.
 
O índice brasileiro registrou outro recorde de pontuação, além de fechar na máxima do dia com favorável volume financeiro. A ratificação da redução de juros pelo Fed nos EUA, com os agentes considerando brando o discurso de seu presidente, Jerome Powell, induziu também o índice S&P500 a renovar sua máxima pontuação histórica e as demais bolsas a encerrarem positivas.
 
No Brasil, a expectativa de corte de 50 pts-base na taxa Selic pelo Banco Central se confirmou e a taxa Selic recuou para 5,00% a.a. Ademais, ainda foi citado no comunicado que o comitê avaliou que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir um ajuste adicional de igual magnitude.
 
No Brasil, o dólar comercial fechou cotado a R$ 3,9870 (-0,37%). Os juros futuros mais curtos tiveram destaque de baixa no dia, no qual somente a ponta longa ficou praticamente estável.
 
Ibovespa.
 
O índice principiou declinante na primeira hora de negócios, dando sequência às realizações da véspera. Entretanto, depois da primeira hora de negócios, foi paulatinamente  se recuperando, passando definitivamente para campo positivo e avançando após às 15h40, depois que os agentes digeriram favoravelmente declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, terminando na máxima do dia.
 
O Ibovespa fechou aos 108.407 pts (+0,79%), acumulando +0,97% na semana, +3,50% no mês, +23,35% no ano e +24,77% em 12 meses. O giro financeiro preliminar da Bovespa foi de R$ 18,8 bilhões, sendo R$ 17,3 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na B3
 
No dia 28 de outubro (último dado disponível), o ingresso líquido de capital estrangeiro foi de R$ 168,932 milhões na Bovespa, recuando a saída líquida no mês a -R$ 9,462 bilhões. Em 2019, o saldo negativo líquido acumulado situa-se em -R$ 30,265 bilhões.
 
Agenda Econômica
 
Nos EUA, o FED, em sua terceira decisão consecutiva, reduziu a taxa de juros em 25 pts-base, que era o consenso dos analistas, para o intervalo entre 1,50% e 1,75% versus 1,75% e 2,00% anterior, mas dois membros votaram pela manutenção da taxa. Em seu comunicado, o FED citou: "vai continuar monitorando as implicações de novas informações para a perspectiva econômica à medida que avalia o nível apropriado para a taxa dos Fed funds". Já a prévia do PIB 3T19 mostrou crescimento de +1,7%(T/T) ante +2,0% no 1T19 – acima do consenso de +1,6%. O Consumo das Famílias variou 2,9% versus 4,6% no 2T19 – superior ao consenso de +2,6%. 
 
Câmbio e CDS
 
O dólar findou cotado em baixa ante o real, ressoando o novo corte na taxa de juros dos EUA, acompanhando o mercado internacional.
 
A moeda fechou cotada a R$ 3,9870 (-0,37%), acumulando -0,52% na semana, -4,04% no mês, +2,89% no ano e +7,96% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil 5 anos passou a 118 pts de 117 anterior. 
 
Juros.
 
Os juros futuros encerraram em baixa no curto e médio prazo e alternados mas quase estáveis na ponta longa, com o clima positivo que predominou no mercado doméstico.
 
Em relação ao pregão anterior, assim fecharam os contratos: DI janeiro/2020 em 4,74% de 4,76%; DI janeiro/2021 em 4,35% de 4,37%; DI janeiro/2023 em 5,35% de 5,36%; DI janeiro/2025 em 6,03% de 6,05%; DI janeiro/2027 em 6,43% de 6,44%.
 
Agenda.
 
Brasil. Taxa de desemprego, Resultados primário e nominal do setor público, Produção industrial, PMI Manufatura, Balança comercial mensal;
 
EUA: Payroll, Taxa de desemprego, PMI Manufatura, Manufaturados ISM;
 
Alemanha: PMI Manufatura;
 
França: PIB; zona do euro: PIB;
 
Japão: PMI Manuf, Produção Ind., Taxa de juros – BoJ.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório sobre o comportamento do mercado na 4ª feira, 30.10.2019, elaborado por HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos 

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: HAMILTON MOREIRA ALVES, do BB Investimentos





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