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Investimentos

12 de Maio de 2020 as 20:05:32



VAREJO & SHOPPINGS - Prévias de Resultados do 1º Trimestre/2020



VAREJO & SHOPPINGS - Prévias de Resultados do 1º Trimestre/2020
 
► VAREJO
 
Após um início de ano repleto de expectativas positivas para o setor de consumo varejista, impulsionado pela melhoria gradual do cenário macroeconômico doméstico no que tange à disponibilidade de crédito, queda do desemprego, melhoria da confiança do consumidor e baixa inflação, vimos o cenário deteriorar-se completamente com o alastramento da pandemia Covid-19 ao redor do mundo ao longo do primeiro trimestre do ano.
 
Desde a 4ª feira de cinzas, 26.02.2020, até a última 6ª feira, 17.04.2020, o ICON (índice de Consumo da B3) sofreu uma queda de 30,8%, diante das maiores incertezas quanto ao tamanho e a duração do impacto econômico da Covid-19 no setor, e o consequente movimento de maior aversão ao risco por parte dos investidores.
 
Do lado da economia real, observamos a retração das vendas no setor varejista. O ICVA Índice Cielo do Varejo Ampliado apontou que, desde o início do surto de Covid-19 até 17.04, as vendas no varejo total no Brasil apresentaram queda de 27,3%, com uma desaceleração mais forte nas primeiras semanas de abril.
 
Diante desse cenário, vemos o setor de consumo varejista como um dos mais impactados pela Covid-19, em razão da decretação, por parte de estados e municípios, do fechamento do comércio não-essencial, reduzindo drasticamente as vendas das companhias durante o período em que os decretos perdurarem.
 
Dado que a expedição de decretos visando ao fechamento do comércio não essencial deu-se durante a semana de 16 a 20.03, os impactos dessas medidas no 1T20 serão apenas uma sinalização do que podemos esperar para o trimestre seguinte.
 
Contudo, ainda que em menor escala, os resultados de grande parte das companhias do nosso universo de cobertura já serão negativamente afetados neste primeiro trimestre.
 
Dentre as companhias mais impactadas estão aquelas expostas ao consumo cíclico de duráveis e semiduráveis, altamente dependentes de vendas em lojas físicas. 
 
São elas: Restoque, Lojas Renner e Centauro.
 
Em menor intensidade, enquadramos companhias que possuem exposição mais relevante ao comércio eletrônico ou um mix de produtos que as permite aproveitar de uma elevação de demanda pontual em determinados segmentos como alimentação, higiene pessoal e produtos de limpeza, principalmente.
 
São elas: B2W Digital, Magazine Luiza, Lojas Americanas, Via Varejo e Natura&Co.
 
Por fim, destacamos como as companhias que apresentarão os melhores resultados referentes ao 1T20 aquelas que, por estarem expostas ao consumo não cíclico, não só mantiveram suas lojas físicas abertas, como ainda aproveitaram um aumento de demanda pontual em decorrência da Covid-19: GPA, Raia Drogasil e Hypera (esta última, apesar de não possuir lojas, seus produtos são vendidos em drogarias e farmácias).
 
 
► SHOPPINGS
 
Em linha com o varejo, o segmento de shoppings também começou o ano com perspectivas otimistas, que se confirmaram nos dois primeiros meses de 2020. A inflação baixa, a melhora na confiança do consumidor, a queda do desemprego e o aumento da disponibilidade de crédito sinalizavam que a recuperação do cenário macroeconômico doméstico poderia acelerar neste ano.
 
Entretanto, vimos o cenário mudar com a chegada da pandemia do Covid-19 ao Brasil ao longo do primeiro trimestre. Assim como o setor varejista, os decretos de estados e municípios, que instituíram a suspensão do comércio não essencial, fecharam todos os 577 shoppings do país, excetuando-se lojas de atividades essenciais como farmácias e supermercados, diminuindo as vendas dos lojistas radicalmente e enquanto as publicações estiverem vigentes.
 
Embora o fechamento do comércio não essencial tenha ocorrido somente na última quinzena do trimestre, já será possível notar um primeiro impacto negativo nas empresas do setor, mesmo que em menor proporção no 1T20.
 
Além disso, as redes de shoppings vêm adotando medidas para auxiliar aos lojistas, como: postergação e/ou isenção de aluguéis, exoneração de fundos de promoção e, ademais, existe um esforço em prol de reduzir as taxas de condomínios, que não devem ser suspensas devido aos custos fixos com energia, segurança, manutenção e IPTU, por exemplo.
 
Segundo a Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), mais de R$ 1 bilhão em aluguéis e taxas para os lojistas já foram adiados e/ou isentos.
 
Falando das empresas em nosso universo de cobertura, Multiplan e brMalls devem ser mais afetadas que JHSF, dada a diversificação de segmentos em que esta última atua.
 
Entretanto, a Multiplan já mostrou resiliência para superar crises passadas e tem um portfólio de qualidade com maior número de vendas por metro quadrado, enquanto a brMalls poderá apresentar algum crescimento das vendas à distância com o coronavírus por meio do Delivery Center. 
 
A seguir, a análise de cada uma das empresas:
 
► B2W Digital (BTOW3) – Positivo
 
Data de Divulgação: 07 de maio, após o fechamento do mercado
 
Destaques do 1T20. Nossas expectativas de crescimento de receita para o 1T20 levam em consideração
 
(i)   uma base comparativa fraca no 1P por ocasião do fim da Lei do Bem no início de 2019, 
(ii)  maior exposição do 1P a eletroeletrônicos, que observou um aumento de demanda logo no início da expansão da Covid-19 aqui no Brasil, e 
(iii)  a alta exposição do marketplace da companhia à diferentes categorias de produtos, favorecendo as vendas durante o período de restrição ao comércio físico.
 
Nesse cenário, projetamos um crescimento de 26,6% a/a de GMV e de 23,4% de Receita Líquida, com melhoria das margens em decorrência da maior participação do marketplace na composição da receita líquida, maior diluição das despesas com VG&A e menores despesas financeiras. 
 
► Centauro (CNTO3) – Negativo
 
Data de Divulgação: 14 de maio, após o fechamento do mercado.
 
Destaques do 1T20. Nossas projeções referentes ao resultado do 1T20 da Centauro levam em consideração não apenas o impacto negativo nas lojas físicas em função do fechamento destas durante o período de restrição ao comércio, mas também a menor demanda dos consumidores pela categoria de vestuário, dada a maior preocupação com manutenção da renda e foco em gastos essenciais.
 
Com isso, esperamos queda de receita bruta (-9,0% a/a), levando a uma queda de margem EBITDA Ajustada (-2,5 p.p. a/a). Quanto à margem líquida, esperamos que esta seja favorecida pela redução das despesas financeiras em decorrência da redução do endividamento.
 
► GPA (PCAR3) - Positivo
 
Data de Divulgação: 13 de maio, após o fechamento do mercado
 
Destaques do 1T20. O GPA é a única companhia do nosso universo de cobertura exposta ao varejo alimentar, o qual se beneficiou, durante o mês de março, da maior demanda por alimentos em decorrência do alastramento da Covid-19.
 
Além disso, este será o primeiro trimestre com 100% dos resultados da Éxito sendo incorporados aos GPA. Nesse contexto, esperamos um crescimento de 56,1% a/a de receita líquida, com melhoria de margens em decorrência da redução das promoções, aliada à maior alavancagem operacional.
 
► Hypera (HYPE3) – Positivo
 
Data de Divulgação: 24 de abril, após o fechamento do mercado
 
Destaques do 1T20. Nossas expectativas de DRE da Hypera no 1T20 levam em consideração a fraca base comparativa sobre o 1T19 em decorrência dos ajustes realizados à época, a fim de adequar o sell in (vendas de produtos às drogarias, farmácias e distribuidores) ao sell out (venda de produtos pelas drogarias e farmácias e distribuidores aos consumidores finais).
 
Vale observar, ainda, que a Hypera não foi afetada negativamente pela Covid-19 no 1T20. Por fim, vale ressaltar que a margem líquida deve vir inferior na comparação anual em decorrência do reconhecimento de créditos fiscais no 1T19. 
 
► Lojas Americanas (LAME4) – Positivo
 
Data de Divulgação: 07 de maio, após o fechamento do mercado.
 
Destaques do 1T20. Se, por um lado, a Lojas Americanas (controladora) foi afetada negativamente pelo fechamento de 30% de suas lojas físicas (aquelas localizadas em shopping centers), por outro a companhia beneficiou-se do aumento da demanda por produtos alimentares, de limpeza e higiene pessoal, além da sua integração com a B2W por meio das iniciativas O2O (online to offline).
 
Tudo considerado, projetamos um aumento de 3,8% a/a de receita líquida, com queda de margens operacionais em decorrência de um mix de produtos menos favorável, mas com a redução da alavancagem financeira favorecendo a margem líquida (+0,2 p.p. a/a).
 
► Lojas Renner (LREN3) – Negativo
 
Data de Divulgação: 21 de maio, após o fechamento do mercado.
 
Destaques do 1T20. Esperamos um resultado negativo para as Lojas Renner no 1T20, em decorrência do fechamento das lojas físicas no decorrer do mês de março, com queda acentuada das vendas durante o período de restrições ao comércio não essencial.
 
Nesse cenário, nossas projeções envolvem uma queda de 11,6% a/a de receita líquida, -1,3 p.p. a/a de margem EBITDA Ajustada e -5,4 p.p. a/a de margem líquida. 
 
► Magazine Luiza (MGLU3) – Positivo
 
Data de Divulgação: 25 de maio, antes da abertura do mercado
 
Destaques do 1T20. A Magazine Luiza é mais uma companhia afetada negativamente pelo fechamento das lojas físicas desde meados de março, mas que tem uma estratégia bastante sólida capaz de reduzir os impactos negativos observados nos últimos 10 dias do trimestre.
 
Apesar desse impacto negativo, a força do 1P e do marketplace da companhia, com grande sortimento de categorias de produtos, deve ajudar a anular a queda da receita de lojas físicas ao final do trimestre. Ressaltamos, contudo, que um mix menos favorável de produtos deve prejudicar as margens operacionais da companhia e levar a patamares inferiores na comparação anual. 
 
► Natura&Co (NTCO3) – Negativo
 
Data de Divulgação: 07 de maio, após o fechamento do mercado
 
Destaques do 1T20. Esperamos que o resultado do 1T20 traga reflexos negativos da pandemia Covid-19 nas operações fora do Brasil e América Latina, especificamente nas divisões Aesop e The Body Shop, cujas atividades foram mais fortemente impactadas.
 
Nas operações do Brasil e América Latina, esperamos observar um crescimento decorrente da busca dos consumidores por produtos de higiene pessoal ao final do trimestre, o que deve ter beneficiado as operações da divisão Natura. 
 
Tudo considerado, esperamos um crescimento de 2,7% a/a de receita líquida, com decréscimo de margem bruta (-0,6 p.p. a/a) devido ao mix de vendas, e de margem líquida, pela contabilização de despesas de transformação ora em curso.
 
► Raia Drogasil (RADL3) – Positivo
 
Data de Divulgação:  28 de abril, após o fechamento do mercado.
 
Destaques do 1T20. Esperamos que a Raia Drogasil apresente resultados positivos referentes ao 1T20.
 
Nossa visão leva em consideração não só todo o planejamento estratégico que a companhia vinha pondo em prática, mas também o aumento da demanda de produtos OTC (medicamentos que podem ser vendidos sem receita médica) e de higiene pessoal em decorrência da Covid-19.
 
Nesse contexto, projetamos um crescimento de 14,4% a/a na receita líquida e melhoria de todas as margens da companhia, favorecidas pelo ganho de alavancagem operacional. 
 
► Restoque (LLIS3) - Negativo
 
Data de Divulgação: não divulgada
 
Destaques do 1T20. Depois de um ano de 2019 bastante negativo para a companhia, esperávamos que o 1T20 já trouxesse algum resultado positivo. Infelizmente, não é isso que devemos observar. Com a chegada da Covid-19 ao Brasil e a queda da demanda na categoria de vestuário, aliada ao fechamento das lojas físicas, a Restoque, que já vinha lutando para retomar seu crescimento, foi impactada em cheio.
 
Diante de um cenário tão negativo, projetamos queda de receita líquida na comparação anual (-17,1% a/a) acompanhada do recuo nas margens, dada a redução da alavancagem operacional e o aumento das despesas financeiras. 
 
► Via Varejo (VVAR3) – Positivo
 
Data de Divulgação: 13 de maio, após o fechamento do mercado.
 
Destaques do 1T20. Apesar de esperarmos impactos negativos decorrentes da Covid-19 e o consequente fechamento das lojas físicas da Via Varejo ao final do trimestre, acreditamos que a fraca base comparativa de e-commerce no 1T19, em função das instabilidades sofridas pelo sistema, deve favorecer o resultado de vendas do 1P no comparativo anual.
 
Nesse cenário, projetamos um crescimento de 9,9% a/a de GMV (valor total de mercadorias vendidas), e receita líquida 4,0% superior a/a, dado que o impacto negativo do fechamento das lojas físicas deu-se apenas nos últimos 10 dias do trimestre.
 
Quanto às margens, destacamos que o trabalho realizado pela companhia nos trimestres anteriores deve continuar gerando frutos, com margem bruta atingindo 29% e margem EBITDA Ajustada 8,7%. 
 
► brMalls (BRML3) - Neutro
 
Data de Divulgação: a definir (provavelmente após 14/05).
 
Destaques 1T20. Esperamos um resultado neutro para brMalls no 1T20, em decorrência do fechamento dos shoppings no transcorrer do mês de março, com queda acentuada das vendas durante o período de restrições ao comércio não essencial.
 
Assim, estimamos queda de 1,5% a/a das vendas totais, bem como um decréscimo de 0,3 p.p. a/a na taxa de ocupação. Ainda, projetamos uma queda de 1,0% a/a de receita líquida, -2,1 p.p. a/a de margem EBITDA Ajustada e -7,9 p.p. a/a de margem líquida ajustada.
 
Além do impacto com o fechamento de lojas e estacionamento, a receita líquida também será impactada pelo auxílio oferecido aos lojistas referente a março, em que: os lojistas adimplentes pagarão 50% do aluguel no 1T21, desconto de 25% na taxa de condomínio e isenção do fundo de promoção. 
 
► JHSF (JHSF3) - Positivo
 
Data de Divulgação: 07 de maio, após o fechamento do mercado
 
Destaques 1T20. Esperamos um trimestre positivo para a companhia pois, ao mesmo em que é impactada pela suspensão das atividades não essenciais, será compensada pelos segmentos de incorporação e aeroporto. Dessa forma, esperamos um salto na margem EBITDA consolidada (ex-PPI) de 8,0 p.p a/a, atingindo 25,4%, enquanto a margem líquida (ex-PPI) foi estimada em -14,3%.
 
► Multiplan (MULT3) - Neutro
 
Data de Divulgação: 29 de abril, após o fechamento do mercado.
 
Destaques 1T20. Também esperamos um resultado neutro para Multiplan no 1T20, devido ao cenário atual com o do fechamento dos shoppings na segunda quinzena de março, causando uma queda drástica das vendas durante o período de restrições ao comércio não essencial. Assim, estimamos uma diminuição de 2,2% a/a das vendas totais, bem como um decréscimo de 0,2 p.p. a/a na taxa de ocupação.
 
Ainda, projetamos uma queda de 1,1% a/a de receita líquida, -2,8 p.p. a/a na margem EBITDA Ajustada e -4,0 p.p. a/a na margem líquida ajustada. Além do impacto com o fechamento de lojas e estacionamento, a receita líquida também será impactada pelo auxílio oferecido aos lojistas referente a março, em que: os lojistas adimplentes pagarão 50% do aluguel no 1T21, desconto de 50% na taxa de condomínio e a isenção do fundo de promoção.
 
Entretanto, acreditamos que as stock options poderão gerar uma reversão e apresentar valor positivo no trimestre devido ao desempenho das ações no período. 
 
Confira no anexo a íntegra do estudo sobre o setor de VAREJO & SHOPPING, como prévia do resultado a ser apresentado pelas empresas e pelo segmento no 1º trimestre/2020, preparado por GEORGIA JORGE e KAMILA OLIVEIRA, integrantes do BB Investimentos.
 
DIVULGUE ESSE TRABALHO EXAUSTIVO E PRIMOROSO.

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: GEORGIA JORGE e KAMILA OLIVEIRA, integrantes do BB Investimentos.





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