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Investimentos

Sábado, Dia 27 de Junho de 2020 as 22:06:36



O MERCADO, 26.06: IBOVESPA cai 2,24% a 93.834 pts. DÓLAR sobe a R$ 5,460



Diário do Mercado na 6ª feira, 26.06.2020
 
Ibovespa deslizou, não conseguindo escapar das quedas no exterior
 
Comentário.
 
O índice brasileiro, que havia tido um repique na véspera, já abriu cadente, influenciado pelos negativos índices futuros das bolsas de Nova York. O pregão foi de firmes realizações, que se acentuaram do meio da tarde em diante, quando colou sua trajetória no declinante índice S&P500.
 
O panorama externo predominou amplamente, com a elevação da aversão ao risco, dada a elevação recorde de casos de coronavírus nos EUA, com alguns estados retrocedendo seus processos de reabertura. Os temores dos agentes se voltaram para uma maior possibilidade de segunda onda da pandemia e, por conseguinte, seu impacto sobre a esperada recuperação econômica mais rápida.
 
Também, o Fed tomou medidas restritivas às instituições financeiras locais, com restrição aos pagamentos de dividendos e não permitindo a recompra de ações pelos bancos.
 
De outra mão, a guerra comercial entre os EUA e a China permanece no radar das preocupações  dos investidores. Em suma, o dia foi de realizações nos mercados acionários de Nova York (Dow Jones em -2,84%; S&P500 em -2,42%, e Nasdaq em -2,59%), que contaminaram negativamente os demais índices acionários pelo mundo.
 
O dólar comercial operou em alta ao longo de toda a sessão, fechando a R$ 5,4600 (+2,50%). Os juros futuros, em sua maior parte, denotaram pequenas elevações.
 
Ibovespa.
 
O índice principiou em baixa e seguiu declinante, tentando até se descolar da tendência baixista das bolsas norte-americanas, mas, nas duas horas finais, colou na trajetória de queda mais acentuada do índice S&P500. Ponderadamente, os papéis do setor de bancos pesaram no dia, depois, as ações da Petrobras e a B3 – que estiveram entre os principais contribuidores para a alta da véspera.
 
O Ibovespa fechou aos 93.834 pts (-2,24%), acumulando -2,83% na semana, +7,36% no mês, -18,86% ano e   -6,81% em 12 meses. O preliminar giro financeiro da Bovespa foi de R$ 23,3 bilhões, sendo R$ 20,8 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na Bolsa B3
 
No dia 24 de junho, a Bovespa apurou retirada líquida de R$ 841,088 milhões, acumulando R$ 1,386 bilhão no mês. Em 2020, o saldo negativo está em -R$ 75,461 bilhões (acima a saída líquida anual recorde de -R$ 44,517 bilhões em 2019).
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar atravessou uma sessão de consistente elevação, operando sempre em alta, mesmo com o Banco Central injetando liquidez através de leilão de moeda à vista, que somou US$ 502 milhões. A elevação da aversão ao risco externa foi determinante para o comportamento no dia, com o dólar se valorizando no mercado internacional, frente às divisas de economias emergentes.
 
A moeda terminou cotada a R$ 5,4600 (+2,50%), acumulando +2,69% na semana, +2,29% no mês, +36,09% no ano e +41,93% em 12 meses.
 
Risco-País
 
O risco-país (CDS Brasil de 5 anos) subiu a 267 pts versus 260 pts de ontem.
 
Juros.
 
Os juros futuros de curtos findaram entre estabilidade e leves elevações. Já os vencimentos intermediários e longos apresentaram pequenas altas, impactados pela alta do dólar. Enfim, prevaleceu a piora do humor externo com a elevação da aversão ao risco, em dia de agenda doméstica esvaziada. Assim fecharam as taxas em relação a ontem:
 
DI julho/2020 em 2,15%;
DI outubro/2020 em 2,09%;
DI janeiro/2021 em 2,08% de 2,05%;
DI janeiro/2022 em 2,97%;
DI janeiro/2023 em 4,13 de 4,08%;
DI janeiro/2025 em 5,82% de 5,75%;
DI janeiro/2027 em 6,81% de 6,75%.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório de análise do comportamento do mercado na 6ª feira, 26.06.2020, elaborado por HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: HAMILTON MOREIRA ALVES, CNPI-T, integrante do BB Investimentos





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