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Investimentos

26 de Outubro de 2020 as 23:10:09



OS MERCADOS FECHAMENTO em 26.10.2020: Sentimento Global de Aversão ao Risco contamina bolsa brasileira



CONEXÃO MERCADO – FECHAMENTO em 26.10.2020
Roger Marçal, Gerente
Clara Cerqueira
Romulo Ramos Alves
do BB DIMEF Cenários Financeiros
MERCADO EXTERNO
 
Semana começou negativa diante da preocupação com o alastramento do coronavírus no mundo conjugada às incertezas sobre o pacote fiscal americano. 
 
► No exterior, os mercados apresentaram forte aversão ao risco, em função da disparada dos casos de coronavírus tanto nos EUA como na Europa, além do impasse quanto a um acordo sobre o pacote de estímulos americano.
 
► Sobre o pacote fiscal, Pelosi, presidente da Câmara, se mantém otimista, porém espera que Mnuchin, secretário do Tesouro, apresente uma contraproposta aos pedidos feitos por ela, especialmente no que tange ao coronavírus. No entanto, segundo Pelosi, o governo se recusa incluir plano de testes para covid-19 no pacote. Com isso, cada vez mais os analistas de mercado consideram improvável que haja qualquer acordo entre eles antes das eleições da próxima terça-feira (03/11).
 
► Quanto à eleição americana, segundo à Bloomberg, Biden (47%) e Trump (46%) estariam empatados na Geórgia, estado sulista em que todos os candidatos republicanos venceram desde 1992, e que pode ser decisiva no colégio eleitoral.
 
► Ainda nos EUA, o Departamento do Tesouro anunciou que irá impor sanções ao Ministério do Petróleo do Irã, à Companhia Nacional Iraniana de Petróleo (NIOC) e a sua subsidiária. O motivo seria que o Irã continua priorizando o apoio a entidades terroristas e seu programa nuclear em detrimento das necessidades da população.
 
► Na Argentina, o dólar “blue” (paralelo) avançou 2%, atingindo a cotação histórica de 195 pesos em meio à restrição de compra mensal de US$ 200 pela população. No mais, o governo espera faturar US$ 1 bi com um título da dívida atrelado ao dólar, cuja licitação foi oficializada hoje, na tentativa de reduzir a pressão sobre o câmbio.
 
► Bolsas: Em NY, os índices caíram, diante do quadro de incertezas por conta do avanço galopante do coronavírus e do impasse entre governo e oposição por uma nova rodada de estímulos fiscais. Na Europa, as bolsas também caíram, além dos pontos citados acima, tb contribuiu a decepção com o indicador alemão. Destaque negativo para a ação da SAP que caiu quase 22%, pressionando o setor de tecnologia, após a empresa cortar projeções de receita futura.
 
► Juros: As yields dos treasuries fecharam em queda, influenciadas pelos indicadores ruins, avanço da covid-19 e impasse com pacote fiscal.
 
► Câmbio: Dólar se valorizou frente a maioria das moedas, em meio ao cenário de maior cautela. Destaque para a alta do peso chileno, após a votação do plebiscito a favor de uma nova Constituição.
 
 
MERCADO INTERNO
 
Sentimento global de aversão ao risco contamina bolsa brasileira. DIs buscam equilíbrio entre expectativa com COPOM e risco fiscal.
 
► No Brasil, em semana de Copom e com investidores ajustando posições após forte alta do IPCA-15 na sexta-feira (que levou à disparada dos DIs na ocasião), os mercados hoje operaram em margens estreitas e, à exceção da bolsa, foram resistentes ao sentimento de risco que predominou no exterior.
 
► Na esfera política, com noticiário esvaziado, apenas se ventilou a possibilidade de Alcolumbre liderar uma coalizão de apoio ao governo, de olho em sua reeleição para presidência do Senado, o que pode ser visto pelos agentes como positivo para o avanço das reformas em 2021.
 
► A pesquisa Focus apresentou um aumento da projeção da Selic de 2,50% para 2,75% em 2021, com a continuidade das preocupações fiscais no radar, assim como o IPCA, que subiu de 3,02% para 3,10%.
 
► No mais, verifica-se uma busca pelo equilíbrio nos DIs de curtíssimo prazo entre a expectativa de manutenção da taxa básica pelo BC, no Copom da próxima quartafeira, com o risco fiscal que vem sendo precificado.
 
► Dólar: segue para fechar próximo à estabilidade em relação ao Real, descolando do movimento global (principais e emergentes). No momento a divisa americana está cotada em torno de R$ 5,61.
 
► Juros: operaram em margens estreitas, fechando em queda nos prazos mais curtos, em sinal de ajuste às expectativas com o Copom, e em leve alta em parte dos vencimentos mais longos, mas com relativa resistência ao sentimento de risco global, em meio à falta de perspectiva com acordo para o pacote de estímulos nos EUA e avanço da 2ª onda de coronavírus, em especial na Europa.
 
► Ibovespa: fechou em queda, mas manteve-se ainda no patamar dos 101 mil pontos, na falta do aguardado acordo para o pacote de estímulos nos EUA, que derrubou os pares em NY. Destaque para o sistema financeiro e Eletrobras, que contribuíram para amenizar as perdas do índice.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório a respeito, elaborado por Roger Marçal, Gerente, Clara Cerqueira, Romulo Ramos Alves, do BB DIMEF Cenários Financeiros

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: Roger Marçal, Gerente Clara Cerqueira Romulo Ramos Alves do BB DIMEF Cenários Financeiros





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