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Investimentos

30 de Dezembro de 2020 as 01:12:27



PERSPECTIVAS PARA 2021 - Para o Brasil e para a Bolsa B3/Ibovespa



Perspectivas 2021 - Sumário Executivo
 
Reconstrução paciente (parte 2)
Dezembro 2020
 
A reconstrução do país, cuja parte 1 foi explorada em nosso relatório de 2019, inicia um novo recomeço em 2021. A percepção é que será um ano de recomposição de preços dos ativos, agora baseada na recuperação econômica global.
 
Perspectivas para o Brasil em 2021
 
No Brasil, o panorama principal está relacionado com o ajuste adequado do déficit ocasionado pelas medidas de política fiscal expansionistas implementadas pelo Governo para evitar ao máximo o impacto negativo gerado pela pandemia do Covid19, assim como ocorreu nos demais países pelo mundo.
 
Em suma, conforme forem sendo observadas perspectivas favoráveis para os avanços das reformas no Congresso Nacional, o mercado irá reprecificar os ativos domésticos. Ou seja, o maior risco agregado interno está na aprovação ou não das reformas necessárias, bem como em sua tempestividade.
 
Internamente, em um primeiro momento, temos a percepção que a taxa básica de juros (Selic) deve continuar em seu piso histórico pelo menos até o final do primeiro semestre de 2021 ou mesmo baixa no médio prazo, o que continuará a favorecer a renda variável em detrimento da renda fixa. A inflação tende a ficar sob controle e dentro da meta esperada de 3,75% para 2021, apesar das pressões recentes.
 
Externamente, a visão inicial é de um cenário internacional mais benigno, com avanço econômico global mais firme, após debelados os efeitos adversos advindos da pandemia do coronavírus, com recuperação mais contundente das economias emergentes. 
 
Perspectivas para o Ibovespa em 2021
 
O Ibovespa deverá avançar refletindo tanto a recuperação econômica doméstica, quanto a global. A maior liquidez internacional e a taxa básica de juros (Selic) baixa serão catalisadores e deverão manter o cenário mais otimista. 
 
A percepção é que 2021 será um ano de recomposição de preços dos ativos, apoiada com consistência na consolidação da recuperação econômica mundial. Entre outros,  destacam-se os seguintes fatores: taxas de juros em baixos patamares mundialmente, principalmente nas grandes economias; permanência de vasta liquidez global para manter o suporte necessário à reativação econômica; liberação de vacinas para o coronavírus – fato que poderia levar logo à normalização das atividades; e, como impulsionador, existem sinais de uma demanda reprimida em decorrência do impacto adverso ocasionado pela pandemia, associada a uma capacidade ociosa capaz de elevar a oferta.
 
Já como risco interno, se sobressaem imbróglios inerentes às negociações das reformas essenciais que viabilizem uma trajetória cadente para o déficit fiscal doméstico. E, como riscos externos, a possibilidade de um novo acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China, bem como a eficácia da vacina contra o coronavírus.
 
Panorama macro 2021
 
O nível de incerteza em relação à evolução da pandemia ainda é bastante elevado. Apesar disso, há uma expectativa de forte recuperação das economias globais ao longo de 2021.
 
As perspectivas de crescimento econômico global para o ano de 2021 se baseiam na hipótese de que a maioria dos países já terá superado a crise causada pela pandemia do novo coronavírus, que assolou o mundo em 2020. Alguns países, inclusive, já colocaram em prática seus planos de imunização da população, o que permitirá uma maior flexibilização das medidas de isolamento social, sobretudo naqueles países que vem sofrendo com a segunda onda da pandemia.
 
Mesmo com a expectativa de forte recuperação da economia, o mercado de trabalho ainda deve demorar para voltar aos mesmos níveis de antes da crise. Nos países desenvolvidos, em especial os da Zona do Euro e o Japão, os níveis de inflação devem seguir oscilando abaixo das metas definidas pelos respectivos Bancos Centrais. Tal cenário sugere que a retirada dos estímulos fiscais deva ocorrer de forma gradual. Com relação aos estímulos monetários, a expectativa é de que as taxas de juros nas principais economias sigam em patamares mais baixos por um longo período. 
 
Além disso, são esperados estímulos adicionais por parte de alguns Bancos Centrais como é o caso, por exemplo, do Banco Central Europeu.
 
Confira no anexo a ÍNTEGRA do relatório preparado por Henrique Tomaz, CFA e Richardi Ferreira, integrantes do BB Investimentos.

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: BB INVESTIMENTOS





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