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Economia e Finanças

18 de Outubro de 2021 as 20:13:47



DÓLAR subiu 1,21% a R$ 5,521; IBOVESPA estável, mas já desvalorizou 3,86% em 2021



Dólar volta a fechar acima de R$ 5,50 com tensões no exterior
 
Bolsa de Valores encerra com pequena queda de 0,19%
 
Num dia de tensões no mercado internacional, o dólar voltou a subir e a superar o nível de R$ 5,50, apesar das intervenções do Banco Central (BC). A Bolsa de Valores (B3) iniciou o dia com forte queda, mas recuperou-se durante o pregão e fechou em leve baixa.
 
Dólar
 
O dólar comercial encerrou esta 2ª feira, 18.10, vendido a R$ 5,521, com alta de R$ 0,061 (+1,21%). A moeda chegou a R$ 5,54 na máxima do dia, por volta das 10h30, mas a atuação do BC, que leiloou US$ 1,2 bilhão em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro, impediu uma alta maior.
 
A cotação está no maior valor desde o último dia 11, quando tinha fechado a R$ 5,537. A divisa acumula alta de 1,38% em outubro e de 6,39% em 2021.
 
Ibovespa e bolsa B3
 
O mercado de ações teve um dia menos tenso. O índice Ibovespa, da B3, chegou a cair 1,58% durante a manhã, mas a compra de ações de bancos por investidores estrangeiros fez o indicador ganhar fôlego à tarde e fechar próximo da estabilidade. O Ibovespa acumula recuo de 3,86% em 2021.
 
China
 
Economias de países emergentes, como o Brasil, foram afetadas pela notícia de que a economia chinesa cresceu 4,9% no trimestre de julho a setembro, desacelerando em relação ao trimestre anterior, quando teve expansão de 7,9%
 
Com uma crise energética provocada pela escassez de carvão e com empresas imobiliárias com dificuldades de caixa, a segunda maior economia do planeta está comprando menos commodities (bens primários com cotação internacional) e prejudicando as exportações brasileiras.
 
Além dos problemas na China, o agravamento da inflação em diversos países está pressionando economias avançadas a aumentar os juros. A expectativa de taxas mais altas em países desenvolvidos estimula a retirada de capital de mercados emergentes, pressionando para cima o dólar.


Fonte: AGENCIA BRASIL. Chamada de capa da Redação JF





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