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Investimentos

09 de Dezembro de 2019 as 20:12:15



O MERCADO: 09.12: IBOVESPA cai 0,13% a 110.977 pts, DÓLAR cai 0,41% para R$ 4,129



Diário do Mercado na 2ª feira, 09.12.2019
 
Expectativa da definição das taxas de juros pelo FED e pelo COPOM
 
Comentário.
 
O índice doméstico chegou a alcançar uma nova pontuação recorde, mas, sem notícias novas favoráveis, arrefeceu e findou seguindo às baixas dos índices acionários norte-americanos.
 
Ademais, a cautela dos investidores tanto no Brasil, como no exterior está vinculada às decisões de política monetária: na próxima quarta feira, dia 11, o Banco Central brasileiro define a taxa Selic e o Fed decide a taxa de juros norte-americana, com os agentes, em verdade, monitorando os respectivos comunicados dos órgãos para tentar antever algum direcionamento futuro dos juros.
 
Vale lembrar também que o mercado aguarda que uma resolução para o acordo comercial “fase 1” entre EUAS e China deverá ocorrer até o próximo domingo dia 15 de dezembro. 
 
No Brasil, o dólar comercial fechou cotado a R$ 4,1290 (-0,13%). Os juros futuros ficaram quase estáveis, sem movimentar sua curva de estrutura a termo, exceto o primeiro contrato, com ajustes de posicionamentos de última hora, na semana da decisão do Copom.
 
Ibovespa.
 
O índice oscilante e depois pareceu que se firmaria acima dos 111 mil pts, mas, na parte da tarde, entrou em campo negativo, reagiu e caiu de novo. Enfim, denotou uma trajetória errática.
 
O Ibovespa fechou aos 110.977 pts (-0,13%), acumulando +2,54% no mês, +26,27% no ano e +25,95% em 12 meses. O preliminar giro financeiro da Bovespa foi de R$ 18,6 bilhões, sendo R$ 16,8 bilhões no mercado à vista.
 
Capitais Externos na B3
 
No dia 4 de dezembro (último dado disponível), a Bovespa teve saída líquida de -R$ 141,510 milhões de capital estrangeiro, apurando saldo negativo de -R$ 810,578 milhões no mês. Em 2019, a retirada líquida passou a -R$ 40,066 bilhões.
 
Agenda Econômica.
 
No Brasil, o IGP-DI (inflação ao atacado) variou +0,85% em novembro versus +0,55% em outubro, vindo acima do consenso de +0,69%. Os seus subíndices assim oscilaram: o IPA-DI em +1,11% (+0,84% em outubro); o IPC-DI em +0,49% (-0,09% em outubro); e o INCC-DI em +0,04% (+0,18% em outubro). O indicador passou a acumular +5,85% no ano e +5,38% em 12 meses.
 
A balança comercial brasileira apresentou superávit de US$ 1,646 bilhão ma 1ª semana de dezembro, com exportações de US$ 5,073 bilhões e importações de US$ 3,427 bilhões. No ano, o saldo positivo atingiu  US$ 42,720 bilhões, com exportações de US$ 210,936 bilhões e importações de US$ 168,216 bilhões, levando a corrente de comércio a 379,152 bilhões.
 
Câmbio e CDS.
 
O dólar comercial (interbancário) perfez a sexta sessão de baixa. A moeda chegou a iniciar em alta, mas os dados positivos da balança comercial brasileira foram decisivos para reversão para baixo.
 
A divisa findou cotada a R$ 4,1290 (-0,41%),  acumulando -2,62% no mês, +6,55% no ano e +5,80% em 12 meses.
 
Risco País
 
O risco-país medido pelo CDS Brasil 5 anos baixou para 117 pts versus em 118 pts na sexta-feira.
 
Juros.
 
Os juros futuros cederam tão somente no curtíssimo prazo – com posicionamentos de última hora, sendo que o restante dos vencimentos ficaram praticamente estáveis. A cautela dominou o mercado, enquanto os agentes aguardam a decisão do Copom sobre a taxa Selic e seu comunicado, na qual o consenso é de baixa de 50 pts-base, para um novo piso histórico de 4,5% a.a., na próxima quarta-feira, além da definição do Fed sobre a taxa de juros norte-americana e seu comunicado, esperando manutenção no intervalo entre 1,50% e 1,75%.
 
Em relação ao pregão anterior, assim fecharam os contratos:
 
DI janeiro/2020 em 4,51% de 4,54%;
DI janeiro/2021 em 4,62% de 4,60%;
DI janeiro/2022 em 5,21%;
DI janeiro/2023 em 5,72%;
DI janeiro/2025 em 6,34% de 6,35%;
DI janeiro/2027 em 6,70%.
 
Agenda.
 
Brasil: Inflação IGP-M 1a prévia, Vendas no varejo, Taxa Selic, Volume do setor de serviços, Índice de atividade econômica;
 
EUA: Produtividade, Custo da mão-de-obra, FOMC - Decisão da taxa de juros, Vendas no varejo; Alemanha: IPC;
 
França: Produção industrial, IPC;
 
Zona do euro: Produção industrial, BCE - decisão de juros;
 
Japão: Produção industrial;
 
China: Produção industrial; Vendas no varejo; Dados de crédito. 
 
Confira no anexo a pintegra do relatório a respeito preparado por Hamilton Moreira Alves, CNPI-T do  BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: Hamilton Moreira Alves, CNPI-T do BB Investimentos

 
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