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Investimentos

05 de Junho de 2021 as 02:06:31



VAREJO E SHOPPINGS - Relatório Setorial de Junho/2021: Positivo, Forte Alta na B3



Relatório Setorial - Varejo e Shoppings - Junho/2021
 
Georgia Jorge, CNPI e
Kamila Oliveira, CNPI
do BB Investimentos
Dados de Mercado – Varejo
 
No mês de maio, em linha com o desempenho majoritariamente positivo das companhias de varejo cobertas, o Índice de Consumo da B3 apresentou forte alta de 6,5%, acima da alta do Ibovespa de 6,2%.
 
Resumo
 
No mês de maio, o Ibovespa teve forte alta de 6,2%, puxado por empresas ligadas ao cenário doméstico e bancos. Na mesma toada, o índice de consumo acumulou alta de 6,5% no mês, favorecido pelas divulgação de vendas do varejo no mês de março acima das expectativas, ajustes para cima das previsões de crescimento na economia e possível extensão do auxílio emergencial do Governo para além dos quatro meses inicialmente acordados.
 
Nesse cenário, quase todas as companhias do nosso universo de cobertura tiveram variação positiva no mês, com exceção das companhias que compõem o Universo Americanas (BTOW3 e LAME4), reflexo dos fracos resultados referentes ao 1T21.
 
O destaque positivo ficou por conta do Grupo SBF (SBFG3), Pague Menos (PGMN3) e Lojas Quero-Quero (LJQQ3), em decorrência dos fortes resultados apresentados por essas companhias no 1T21. No caso de Pague Menos, o papel ainda foi favorecido pela divulgação da aquisição da rede de farmácias Extrafarma, pertencente ao Grupo Ultra (vide nosso Flash de Mercado aqui).
 
Em junho, acreditamos que as boas perspectivas para a retomada da economia doméstica sigam favorecendo o desempenho das ações do setor. O contraponto à recuperação doméstica fica por conta do risco de uma 3ª onda de Covid-19 e possíveis novas medidas de fechamento do comércio físico com o intuito de conter sua contaminação.
 
Dados de Mercado – Varejo 
 
No mês de maio, em linha com o desempenho majoritariamente positivo das companhias de varejo cobertas, o Índice de Consumo da B3 apresentou forte alta de 6,5%, acima da alta do Ibovespa de 6,2%.
 
Resumo
 
No mês de maio, o Ibovespa teve forte alta de 6,2%, puxado por empresas ligadas ao cenário doméstico e bancos. Na mesma toada, o índice de consumo acumulou alta de 6,5% no mês, favorecido pelas divulgação de vendas do varejo no mês de março acima das expectativas, ajustes para cima das previsões de crescimento na economia e possível extensão do auxílio emergencial do Governo para além dos quatro meses inicialmente acordados.
 
Nesse cenário, quase todas as companhias do nosso universo de cobertura tiveram variação positiva no mês, com exceção das companhias que compõem o Universo Americanas (BTOW3 e LAME4), reflexo dos fracos resultados referentes ao 1T21.
 
O destaque positivo ficou por conta do Grupo SBF (SBFG3), Pague Menos (PGMN3) e Lojas Quero-Quero (LJQQ3), em decorrência dos fortes resultados apresentados por essas companhias no 1T21. No caso de Pague Menos, o papel ainda foi favorecido pela divulgação da aquisição da rede de farmácias  extrafarma, pertencente ao Grupo Ultra (vide nosso Flash de Mercado aqui).
 
Em junho, acreditamos que as boas perspectivas para a retomada da economia doméstica sigam favorecendo o desempenho das ações do setor. 
 
O contraponto à recuperação doméstica fica por conta do risco de uma 3ª onda de Covid-19 e possíveis novas medidas de fechamento do comércio físico com o intuito de conter sua contaminação.
 
Dados de Mercado - Shoppings
 
Performance das empresas de nossa cobertura - Em maio, com a flexibilização das medidas de contenção ao Covid-19, os shoppings apresentaram desempenho superior ao do Ibovespa.
 
Resumo
 
Como já mencionado anteriormente, o Ibovespa subiu 6,2% em maio, enquanto o IMOB fechou o mês em 7,1%, 0,9 p.p. acima do Ibovespa. No período, houve flexibilização das suspensões temporárias das atividades e das reduções do horário de funcionamento dos shoppings nos Estados. 
 
Além disso, as vendas de Dia das Mães nos shoppings vieram melhores do que o esperado. A Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) projetava um crescimento das vendas de 370% em relação ao ano passado, quando só 15% dos shoppings estavam abertos.
 
No entanto, a pesquisa da associação mostrou que as vendas foram 460% maiores do que a data comemorativa de 2020 e 12% abaixo do que em 2019 - quando as unidades operavam plenamente. Dessa forma, todas as companhias do nosso universo de cobertura performaram acima do Ibovespa em maio.
 
Por fim, acreditamos que, em junho, as ações do setor continuarão sensibilizadas pelas expectativas sobre a vacinação no Brasil e as possíveis restrições ao comércio físico por conta do risco de uma 3ª onda de Covid-19. 
 
Dados de Emprego e Renda
 
A taxa de desemprego medida pelo IBGE subiu para 14,7% em março. No entanto, os dados do Caged de abril, para o mercado formal (com carteira assinada), trouxeram dados positivos refletindo a criação de mais 121 mil vagas.
 
A taxa de desemprego medida pelo IBGE voltou a subir, passando de 14,4% no trimestre encerrado em fevereiro, para 14,7% no trimestre encerrado em março. Estima-se que o número total de desocupados esteja na casa de 14,8 milhões de pessoas.
 
A massa de rendimento real habitual fechou o mês de março com uma queda de R$ 3 bilhões frente ao trimestre findo em dez/20 e R$ 15,2 bilhões a/a. Já a renda média real dos trabalhadores no período foi estimada em R$ 2.544, -0,9% t/t e +0,8% a/a.
 
Por outro lado, no mercado formal de trabalho (com carteira assinada), os dados do Caged de abril mostraram mais um resultado positivo, com a criação líquida de mais de 121 mil postos de trabalho.
 
Dados de Crédito
 
Observamos incremento do saldo de empréstimos livres à pessoa física na comparação anual, em função da elevação da concessão de crédito não-rotativo. O índice de inadimplência segue no menor patamar já observado em 5 anos.
 
Dados de Confiança
 
Com perspectivas menos pessimistas em relação aos próximos meses, o Índice de Confiança do Consumidor da FGV registra segunda alta consecutiva em maio, após a forte queda registrada em março.
 
No mês de maio, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela FGV, subiu pelo 2º mês consecutivo, após a acentuada queda observada no mês de março em decorrência da piora expressiva dos números da pandemia aqui no Brasil. 
 
A tendência positiva de melhoria da confiança observada em maio deveu-se, principalmente, à percepção dos consumidores com a situação atual (+4,2 pts. m/m), apesar de as expectativas futuras também ter contribuído positivamente (+3,2 pts. m/m).
 
Ao nosso ver, esse movimento é reflexo da retomada dos pagamentos do auxílio emergencial governamental, avanço no cronograma de vacinação e progressiva reabertura da economia. 
 
Tudo considerado, o índice de confiança do consumidor atingiu 76,2 pts., cerca de 14 pontos acima ao observado em maio/20.
 
Indicadores de Atividade
 
Volume de vendas do varejo restrito apresentou queda de 0,6% m/m em março, reflexo da piora da pandemia no Brasil e fechamento do comércio físico. Já o ICVA indicou crescimento das vendas em abril ante o mesmo mês de 2020.
 
No mês de março, as vendas no varejo restrito registraram uma queda de 0,6% na comparação com o mês anterior, reflexo da piora da pandemia do Covid-19 no país e consequente fechamento do comércio físico no período em alguns municípios.
 
No acumulado dos últimos 12 meses, as vendas do varejo restrito acumulam alta de 0,7%, com os segmentos de material de construção, móveis e eletrodomésticos, saúde e beleza, outros e supermercados com as melhores performances no período. 
 
Já o Índice Cielo de Varejo Ampliado (ICVA) sinaliza um mês de abril mais positivo para o setor, com alta de 18,8% a/a, favorecido não apenas pela fraca base comparativa (em abr/20 houve queda de 36,5%), mas também pela gradual recuperação de confiança do consumidor, criação de empregos e reabertura da economia.
 
Indicadores de Atividade
 
Um ano após fechamento dos shoppings devido à pandemia, fluxo de consumidores cresce, entretanto, o resultado é reflexo de uma base de comparação anual muito fraca e não de uma tendência de normalização do fluxo de visitantes
 
De acordo com o IVSC (índice de visitas em shopping centers), a movimentação nos shoppings saltou para 452,4% em abril (últimos dados disponíveis) na comparação anual, o melhor índice desde o início da pandemia.
 
Entretanto, chamamos atenção para o fato dessa melhora estar mais ligada a uma base de comparação fraca que à normalizada para o fluxo de visitantes nos empreendimentos. 
 
No comparativo entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho registrado na comparação anual (não houve amostragem suficiente para análise de shopping centers na região Centro-Oeste e Norte). 
 
Além disso, houve melhora de 44,7% no fluxo de pessoas em shoppings na comparação mensal. 
 
Atribuímos esse crescimento ao retorno das atividades comerciais no mês de abril aliado à proximidade do Dia das Mães.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório a respeito, elaborado por 
GEORGIA JORGE, CNPI e KAMILA OLIVEIRA, CNPI, do BB Investimentos

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: GEORGIA JORGE, CNPI e KAMILA OLIVEIRA, CNPI, do BB Investimentos





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