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Economia e Finanças

Terça-Feira, Dia 09 de Outubro de 2018 as 16:10:04



FMI reduz Projeção de Crescimento do Brasil para 1,4% em 2018



FMI reduz projeção de crescimento do Brasil para 1,4% este ano
 
Para 2019, projeção de crescimento do PIB foi reduzida em 0,1 ponto
 
 
A economia brasileira deve crescer menos em 2018 e no próximo ano, de acordo com atualização de estimativas do relatório de Perspectiva Econômica Mundial do FMI Fundo Monetário Internacional, divulgado nesta 3ª feira, 09.10.
 
A estimativa para a expansão do PIB Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, ficou em 1,4% este ano, com redução de 0,4 ponto percentual em relação a julho.
 
Para 2019, a projeção de crescimento do PIB foi reduzida em 0,1 ponto percentual para 2,4%.
 
Segundo o FMI, a economia brasileira crescerá nesses dois anos devido à recuperação da demanda privada. No relatório, o fundo cita o efeito da greve dos caminhoneiros, com redução da projeção para o PIB deste ano em relação ao estimado em abril.
 
“O crescimento projetado para 2018 é menor do que no relatório de abril em 0,9 ponto percentual devido a interrupções causadas pela greve dos caminhoneiros em todo o país e condições financeiras externas mais apertadas, que são fonte de risco para as perspectivas”,
 
diz o relatório.
 
Inflação
 
Para o FMI, a inflação deve chegar a 3,7% este ano e a 4,2% em 2019. O fundo avalia que a inflação dos preços dos alimentos vai se recuperar após uma queda causada por uma colheita excepcional em 2017.
 
O fundo acredita que a política monetária (taxa básica de juros, a Selic) deve permanecer acomodativa, enquanto o desemprego permanece alto e a inflação cresce gradualmente em direção à meta, que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC). A previsão do FMI para a taxa de desemprego é 11,8% em 2018 e 10,7% em 2019.
 
No relatório, o FMI acrescenta que a consolidação fiscal é uma prioridade no Brasil.
 
“A reforma da Previdência é essencial para garantir sustentabilidade e justiça, dado que as despesas previdenciárias são altas e crescentes e as aposentadorias são indevidamente generosas para alguns segmentos da população”,
 
diz o documento.
 
O FMI defende também aumento na flexibilidade do orçamento.
 
“Também será necessário continuar contendo a folha salarial do governo, harmonizando os regimes tributários federais e estaduais e melhorando as finanças dos governos subnacionais, protegendo ao mesmo tempo programas sociais eficazes”,
 
destacou o fundo.


Fonte: AGENCIA BRASIL





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