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Investimentos

22 de Setembro de 2020 as 23:09:55



OS MERCADOS FECHAMENTO em 22.09.2020: Alta Volatilidade



Conexão Mercado – Fechamento em 22.09.2020
 
Roger Marçal – Gerente
Elifrancis Braga Almeida
Luiz Claudio Arraes Liberali
Mercado Externo
 
Mercados fecharam fora do uníssono, em dia de alta volatilidade.
 
 No exterior, mercados oscilaram entre, por um lado, o temor pelo avanço do coronavírus na Europa e EUA, receio por dificuldade em aprovação de um novo pacote fiscal no Congresso americano, e por outro lado, discurso dovish de Powell e recuperação das bolsas, principalmente do setor de tecnologia.
 
 O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, sugeriu novas medidas de restrição de locomoção para combater a segunda onda de coronavírus no país. Já o presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey, disse que novos casos de Covid-19 ameaçam a perspectiva econômica.
 
 Nos EUA, o infectologista Anthony Fauci alertou para a chegada do inverno e a entrada em um período de maior risco para a transmissão de doenças respiratórias, e que é crucial que o país reduza seus casos diários de covid-19 a fim de terem um controle maior da doença. Mas a porta-voz da Casa Branca, Kayleigh McEnany, voltou a falar na possibilidade de uma vacina contra a Covid-19 ainda este ano.
 
 Mnuchin, secretário do Tesouro dos EUA, reiterou que o país precisa de novo pacote fiscal. Disse ainda que a China está no caminho para comprar produtos agrícolas americanos na magnitude prevista na fase1 do acordo firmado países em 15 de janeiro.
 
 Mesmo com a alta do dólar frente as divisas principais e emergentes, o petróleo fechou o dia em alta, em recuperação após a forte queda de ontem, e com perspectiva de ajuste da oferta pela OPEP+ após retomada da produção na Líbia
 
 Bolsas: Em NY, os índices oscilaram, mas fecharam em alta, influenciados pelas ações do setor de tecnologia. Na parte da tarde, o sinal se inverteu para o positivo, com destaque de alta p/ os setores de serviços e comunicação, além das techs. Na Europa, as bolsas fecharam sem direção única. A sessão iniciou com recuperação das perdas de ontem, mas no final a retomada perdeu força, com casos de coronavírus no radar.
 
 Juros: As yields dos treasuries fecharam mistas, com maior demanda por segurança em um cenários de elevadas incertezas, após discurso de Powell no Congresso, leilão de US$ 52 bi em T-notes de 2 anos que teve demanda abaixo da média e dúvidas sobre novo pacote fiscal no país.
 
 Câmbio: O índice DXY subiu, com o dólar em alta frente as principais moedas, e em relação às emergentes, a moeda americana também se fortaleceu.
 
Mercado Interno 
 
Mercados operaram voláteis, de olho na cena externa (Bolsa e Câmbio) e no teor da Ata do COPOM (Juros), enquanto aguardam notícias na esfera fiscal
 
 No Brasil, os mercados operaram voláteis, monitorando o exterior (Bolsa e Câmbio), enquanto aguardam fatos novos na cena fiscal.
 
 No mais, a curva de juros repercutiu o tom da Ata do Copom que veio em linha com o comunicado, ao indicar a perspectiva de juros baixos por período prolongado. Como fatores condicionantes do forward guidance citou a manutenção do regime fiscal e expectativas e projeções de inflação ancoradas.
 
 Segundo o noticiário, os líderes partidários estão convencidos da importância de terminar o ano com um sinal positivo na política fiscal.
 
“O assunto está pacificado. Temos uma longa batalha na discussão do orçamento, mas tudo será feito dentro da regra constitucional do teto de gastos. O Brasil não pode entrar em 2021 com tamanha insegurança fiscal”,
 
afirmou um líder de um partido do Centrão.
 
 A mediana da inflação esperada pelos consumidores para os próximos 12 meses aumentou 0,4 p.p. em setembro, para 4,7%, ante um resultado de 4,3% obtido em agosto, segundo o Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores (FGV)
 
 Dólar: exibiu forte volatilidade frente ao real, fechando em alta, em torno de R$ 5,47, em sessão de movimento misto da divisa americana ante as demais moedas emergentes. As incertezas locais e o cenário de juros baixos também pressionaram a moeda doméstica.
 
 Juros: fecharam em queda, reagindo ao teor da Ata do Copom que reforçou a perspectiva de juros baixos por período prolongado.
 
 Ibovespa: operou entre perdas e ganhos, mas acabou fechando em alta, em sintonia com as bolsas americanas, ficando no nível dos 97 mil pts. Destaque para a alta do setor financeiro e varejistas.
 
Confira no anexo a íntegra do relatório a respeito elaborado por 
Roger Marçal, Gerente, Elifrancis Braga Almeida e Luiz Claudio Arraes Liberali,
do BB DIMEF Cenários Financeiros de Tesouraria

Clique aqui para acessar o aquivo PDF

Fonte: Roger Marçal, Gerente, Elifrancis Braga Almeida e Luiz Claudio Arraes Liberali, do BB DIMEF





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